Por: Diario Digital Castelo Branco
A aposta na qualidade, competitividade e internacionalização da produção agroalimentar portuguesa foi defendida pelo presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova na sessão de abertura do Seminário “Agricultura: os próximos 10 anos”, que debateu em Idanha-a-Nova o futuro do sector.
A aposta na qualidade, competitividade e internacionalização da produção agroalimentar portuguesa foi defendida pelo presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova na sessão de abertura do Seminário “Agricultura: os próximos 10 anos”, que debateu em Idanha-a-Nova o futuro do sector.
Lembrando que Portugal apresenta “um défice no sector agroalimentar na ordem dos 3,7 mil milhões de euros”, Armindo Jacinto encara a situação como “uma oportunidade para o país, em particular a gente jovem, ambicionar reduzir o desequilíbrio da balança comercial e atingir mesmo um superavit”.
O evento decorreu na Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova (ESGIN). O painel de palestrantes contou, entre outras individualidades, com o ex-ministro da Agricultura Luís Capoula Santos, que falou sobre a nova Política Agrícola Comum, e o presidente da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa, João Paulo Catarino, com uma intervenção sobre a fileira florestal.
Na sessão de abertura marcaram presença Adelina Martins, diretora da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro (DRAPC); João Carlos Sousa, presidente do Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento; Ana Rita Garcia, diretora da ESGIN; Fernando Alves, do Centro de Estudos Aplicados em Administração e Políticas Pública; e Jorge Brandão, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).
O representante da CCDRC, entidade gestora do Programa Operacional Centro 2020, deixou elogios ao programa “Recomeçar”, lançado este ano pelo Município de Idanha-a-Nova. “A estratégia implementada pela Câmara de Idanha é o caminho certo para encontrar oportunidades de financiamento nos programas disponibilizados. Os territórios têm de desenvolver estratégias e envolver os diferentes atores na definição de projetos”, afirmou Jorge Brandão.
Na parte da tarde decorreu uma mesa redonda que perspetivou o futuro da agricultura portuguesa. O debate juntou Armindo Jacinto; Luís Capoulas Santos; Celestino de Almeida, diretor da Escola Superior Agrária do IPCB; João Campos Perdigoto, do conselho de gerência de Montes da Raia; Fernando Martins, da DRAPC; e Paulo Massaki Oyama, diretor da Korin Agricultura Natural.
O seminário foi organizado pela Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, com o apoio da Escola Superior de Gestão e do Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento, entre outras entidades.
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