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Economia 3 de setembro de 2015

Castelo Branco: CIMBB recebe 20M€ para investimento na região

Por: Diario Digital Castelo Branco

A Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR-C) assinaram esta segunda-feira, dia 31, o Pacto de Desenvolvimento e Coesão Territorial do Centro que determina a transferência de 20 milhões de euros para a comunidade intermunicipal no âmbito do atual quadro comunitário de apoio.

A Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR-C) assinaram esta segunda-feira, dia 31, o Pacto de Desenvolvimento e Coesão Territorial do Centro que determina a transferência de 20 milhões de euros para a comunidade intermunicipal no âmbito do atual quadro comunitário de apoio.

O valor recebido será agora investido nos seis municípios que compõem a CIMBB (Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão), sendo que os montantes mais significativos serão destinados à redução e prevenção do abandono escolar precoce e à promoção da igualdade de acesso ao ensino infantil, à eficiência energética e à criação de emprego por conta própria, empreendedorismo e criação de empresas.

“Congratulamo-nos com a assinatura deste contrato, consideramos que o montante atribuído está em linha com o contratualizado nos outros quadros comunitários mas estamos desiludidos com o facto de não terem sido incluídas algumas das nossas prioridades e nos terem sido impostas outras que não consideramos assim tão prioritárias”, refere o presidente da CIMBB , em comunicado a que o Diário Digital Castelo Branco teve acesso.

João Paulo Catarino dá o exemplo da exclusão do património natural: “esta era uma das áreas em que os municípios da CIMBB tinham mais expectativas atendendo à área natural classificada da nossa comunidade que inclui o Parque Natural do Tejo Internacional e o Geopark Naturtejo. Em contrapartida, foi apoiado algum património cultural classificado como de Interesse Nacional que é da responsabilidade do Ministério da Cultura”. Na prática, os diferentes municípios vão ter que contribuir com uma percentagem dos seus orçamentos para financiar as obras nesses monumentos.

Da mesma forma, mais de quatro milhões de euros serão encaminhados para projetos educativos o que, segundo o presidente da CIMBB, faria mais sentido que parte desse investimento fosse feito no âmbito do atual sistema educativo. “É o Ministério da Educação que tem de tomar medidas concretas como a redução do número de alunos por turma e evitar turmas compostas por vários anos letivos”, defende João Paulo Catarino.

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