Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Uma empresa de cerâmica de mesa vai instalar-se em Proença-a-Nova, Castelo Branco, investindo seis milhões de euros num projeto que vai criar numa fase inicial 60 postos de trabalho diretos, foi anunciado.
Uma empresa de cerâmica de mesa vai instalar-se em Proença-a-Nova investindo seis milhões de euros num projeto que vai criar numa fase inicial 60 postos de trabalho diretos, foi esta 3ª-feira anunciado.
A Procerâmica vai ficar instalada no Parque Empresarial de Proença-a-Nova (PEPA), no distrito de Castelo Branco, onde irá ocupar um pavilhão de 10 mil metros quadrados cedidos pelo município local.
"A câmara disponibiliza um pavilhão de 10 mil metros quadrados para a instalação da empresa, sendo que a renda terá um período de carência de quatro anos, a partir do qual a empresa pagará a renda de acordo com o regulamento do PEPA", explicou o presidente da Câmara de Proença-a-Nova, João Paulo Catarino.
O autarca falava durante a cerimónia de assinatura do contrato de arrendamento que decorreu hoje, no edifício dos Paços do Concelho, em Proença-a-Nova.
João Paulo Catarino adiantou ainda que o município compromete-se a fazer a requalificação do pavilhão para a instalação da nova unidade industrial que será entregue em janeiro de 2016.
Por seu turno, Manuel Cruz, um dos responsáveis da Procerâmica, sublinhou que 99% da produção em Proença-a-Nova terá como destino a exportação.
"O investimento direto é de seis milhões de euros e no início vamos criar 60 postos de trabalho diretos. A perspetiva é a de que daqui a dois ou três anos ultrapassemos a centena de postos de trabalho", adiantou.
Este responsável explicou que a unidade industrial, cuja sede fica em Proença-a-Nova, tem o arranque da laboração previsto para o mês de junho ou julho de 2016.
"No final do ano vamos começar a seleção de pessoas e em março ou abril do próximo ano iremos dar início à admissão do pessoal, sendo que o arranque da fábrica está previsto para junho ou julho de 2016", sublinhou o responsável da Procerâmica.
Manuel Cruz disse ainda que nesta unidade industrial "cabem pessoas com 20 ou com 60 anos”.
João Paulo Catarino adiantou que já foram realizadas reuniões com a Universidade da Beira Interior (UBI) e Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) no sentido de se trabalhar em conjunto em áreas como o design e outras tecnologias.
"O objetivo passa também por trabalhar em conjunto com as duas instituições de ensino superior da região", concluiu.
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