Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Um grupo com cerca de duas dezenas de pescadores queimaram este sábado um barco junto ao cais de Vila Velha de Ródão, num gesto que simboliza o fim da atividade piscatória no rio Tejo.
Um grupo com cerca de duas dezenas de pescadores queimaram este sábado um barco junto ao cais de Vila Velha de Ródão, num gesto que simboliza o fim da atividade piscatória no rio Tejo.
"Queimamos um barco porque ninguém consegue sobreviver com a atividade piscatória" no rio Tejo, disse à agência Lusa, o membro do Movimento de pescadores Pelo Tejo, Mário Costa.
Este responsável sublinhou que há alguns anos, havia cerca de mil pescadores que vivam da faina no rio Tejo, mas por causa da poluição no rio Tejo, esse número foi reduzido atualmente para cerca de 90 ao longo de todo o rio.
A manifestação de protesto contra a poluição do rio decorreu junto ao cais de Vila Velha de Ródão, no distrito de Castelo Branco, onde os pescadores colocaram várias faixas alusivas ao protesto, entre as quais "Não à poluição no rio Tejo e seus afluentes" e "Por um Tejo vivo, não à poluição".
Mário Costa disse ainda que "a luta vai continuar" e adiantou que "se isto [poluição] não parar é porque existe conivência ou uma grande incompetência" do Estado.
Esta manifestação junto ao cais de Vila Velha de Ródão, juntou cerca de duas dezenas de pessoas, entre pescadores e população de Vila Velha de Ródão, Golegã, Azinhaga do Ribatejo, Fratel e Vila Nova da Barquinha.
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