Por: Diario Digital Castelo Branco
O território de baixa densidade, da região de Idanha a Nova, considerado por muitos, como de região condenada, revela-se afinal, como sendo bastante mais adequada para iniciativas dinâmicas, de sustentabilidade, que outras regiões densamente populacionais, não possuem.
O território de baixa densidade, da região de Idanha a Nova, considerado por muitos, como de região condenada, revela-se afinal, como sendo bastante mais adequada para iniciativas dinâmicas, de sustentabilidade, que outras regiões densamente populacionais, não possuem.
Segundo o comunicado enviado ao Diário Digital, reúne condições de acolhimento, para um conjunto de iniciativas, cujas oportunidades, dificilmente se viabilizariam, em outro qualquer local, de maior desenvolvimento aparente.
Hoje, a ideia de união, de consensos e de iniciativas conjuntas, assume já um papel importante, na viragem da atitude das pessoas, que ainda habitam estes territórios.
A empresa ´Hortas d´Idanha´ é bem um exemplo disso mesmo.
Esta empresa, criada há cinco anos, acaba de operar uma transformação que pode contribuir em muito, para o bom desenvolvimento da região onde está inserida.
Tudo indica que esta será uma empresa de futuro, pelos indicadores que importa considerar, tendo em conta que:
Foi fundada pela identificação da necessidade de alguns agricultores, presentes no território;
Teve o apoio direto, da autarquia, dando inicio a politicas de valorização e sustentabilidade do território;
Desenvolveu um percurso relevante, de presença no território e de expansão nos mercados nacionais de hortofrutícolas, indo mesmo além-fronteiras, dada a politica de expansão adotada.
Certo que o percurso não foi fácil, mas o resultado a que hoje assistimos é bem claro, sobre o espaço que esta empresa ocupará, num futuro próximo;
Recentemente, foram operadas alterações na estrutura acionista, tendo o município de Idanha a Nova, alienado todas as ações de participação que ainda detinha nesta Organização.
Surpreendente, para muitos, a procura excedeu largamente a oferta.
O que podemos concluir? Que afinal quem projetou uma estrutura desta natureza, tinha noção da utilidade e da necessidade que o território tem, em se organizar por si só.
Que quem se empenhou nesta estrutura, até agora, teve uma visão clara do caminho a seguir.
Outros exemplos haverá, mas este é sem dúvida um dos que merece destaque.
Hoje, a empresa Hortas d´Idanha, conta com uma estrutura de 74 acionistas, dos quais boa parte, são produtores agrícolas, com as suas explorações bem presentes na região.
Alguns acionistas, mesmo não sendo produtores, são também pessoas ligadas á região, podendo, a qualquer momento, vir a integrar o leque de produtores.
O produto ancora, tem sido a Melancia do Ladoeiro, que continuará como cultura relevante e de excelência, sendo que neste momento, se assiste à chegada de novos produtos, que num futuro próximo, levarão a empresa, para novos mercados.
A componente de novos investimentos agrícolas na região, quer seja pela Incubadora de Base Rural, quer seja pela importância dos programas Agro de ajuda à instalação de novos empresários agrícolas, quer seja pela assunção de novos conceitos de produção, trarão a esta empresa, oportunidades e desafios interessantes.
Provocado pelas alterações recentes na estrutura acionista, o Conselho de Administração, sofreu uma alteração, compondo-se agora pelos seguintes elementos:
José Adelino Gameiro, João Almeida, Nuno Rocha, Paulo Martinho e Sali Soares, todos eles, residentes no território, diretamente ligadas à região, através da produção agrícola e que já estavam ligadas a esta Organização, antes das recentes alterações.
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