Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Duas novas empresas das áreas do agroalimentar e da eletrónica estão em vias de se instalar em Proença-a-Nova sendo que os dois projetos representam um investimento na ordem dos três milhões de euros.
Duas novas empresas das áreas do agroalimentar e da eletrónica estão em vias de se instalar em Proença-a-Nova sendo que os dois projetos representam um investimento na ordem dos três milhões de euros.
"Em fase de conclusão e já com o contrato promessa de arrendamento assinado está o processo que visa a instalação de uma empresa no setor agroalimentar. E a aguardar a decisão de uma candidatura apresentada ao Portugal 2020 está uma empresa da área da eletrónica", disse hoje à agência Lusa o presidente da câmara de Proença-a-Nova.
João Lobo explica que, a concretizarem-se os dois projetos no Parque Empresarial de Proença-a-Nova (PEPA), estes representam um investimento na ordem dos três milhões de euros e a criação de 40 novos postos de trabalho.
"Se as duas empresas concretizarem os investimentos previstos, passaremos a ter o património edificado do PEPA completamente ocupado, havendo lotes disponíveis apenas para construções de raiz", sublinhou.
O autarca disse que a "ferida deixada aberta" pelo encerramento da fábrica de transformação de madeira Sotima "foi profunda" e com "consequências irreversíveis" na economia e tecido social do concelho.
Contudo, adiantou que é expectável que no final de 2017 possa ter cerca de 150 trabalhadores no PEPA, o que considera ser um "motivo de satisfação".
"É um sinal de que a estratégia que em boa hora definimos como prioritária para a atração de empresas está a ter resultados práticos", sustentou.
João Lobo espera que a criação de emprego tenha um impacto positivo ao nível de novos habitantes e que permita o regresso de quem teve de sair do concelho por não encontrar emprego.
A Câmara de Proença-a-Nova apresentou candidaturas ao programa Portugal 2020 no sentido de se dotarem os parques empresariais do concelho com melhores condições para as empresas que já aí estão instaladas.
O autarca refere-se ao PEPA e à Zona Industrial de Proença-a-Nova, incluindo o seu polo II (situado nas instalações de uma antiga serração, com seis mil metros quadrados) e adianta que a capacidade para acolher mais investimentos não se esgota nos espaços existentes.
O PEPA conta com 58 lotes e 18 mil metros quadrados para instalação de empresas, o que o tornou num dos espaços industriais do concelho "com características únicas" para acolher novas empresas.
Atualmente, estão ali instaladas cinco empresas que empregam cerca de 50 funcionários.
A Procerâmica, que investiu seis milhões de euros no PEPA, vai iniciar a laboração no segundo semestre de 2016.
"Neste momento, estão a ser ultimadas as obras de beneficiação do pavilhão que receberá cerca de 60 funcionários, duplicando o atual número de postos de trabalho", conclui João Lobo.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet