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Desporto 14 de outubro de 2016

Covilhã: Federação pede ao Governo apoio para preparar Jogos Olímpicos de Inverno

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O presidente da Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDIP) pediu hoje ao Governo que agilize o apoio para o programa de preparação para os Jogos Olímpicos de Pyeongchang, apresentado em 2014 e ainda sem resposta.

O presidente da Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDIP) pediu hoje ao Governo que agilize o apoio para o programa de preparação para os Jogos Olímpicos de Pyeongchang, apresentado em 2014 e ainda sem resposta.

Pedro Farromba diz estarem referenciados portugueses a residir em vários países que competem em diferentes modalidades e com potencial de qualificação para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2018, na Coreia do Sul, mas sem recursos não é possível integrá-los na preparação.

A preocupação foi manifestada esta sexta-feira, durante a visita do secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, à sede da FDIP, na Covilhã.

"Além de ter tomado boa nota, vou agora fazer o que se me exige: perceber junto dos serviços do Instituto Português da Juventude e do Desporto (IPDJ) porque não há ainda uma resposta dada", disse o governante, em declarações à agência Lusa.

João Paulo Rebelo sublinhou estar a ter o primeiro contacto com a FDIP, no âmbito de um conjunto de visitas a federações, e prometeu uma resposta atempada, que, de acordo com Pedro Farromba, terá de ser no início desta época, que se inicia este mês.

"O mais depressa possível vamos ter uma resposta. Tem de chegar em tempo útil", disse o governante.

O presidente da FDIP informou que o programa de preparação para 2018 foi apresentado quando a comitiva regressou dos Jogos Olímpicos de Inverno Sochi2014, na Rússia, e frisou que teve "um enorme acolhimento junto do Comité Olímpico Português, que o apresentou ao IPDJ.

"Falta-nos uma época para os Jogos Olímpicos. Em pouco tempo, tendo em conta as modalidades que são muito focalizadas no tempo e no espaço, ainda por cima muito dispersas a nível internacional, é muito difícil depois criar uma equipa para representar bem o nosso país", alertou Pedro Farromba.

O dirigente deu conta da existência de portugueses a competir em modalidades como o bobsled, skeleton ou luge com capacidade para se conseguirem apurar.

"Temos um português praticante de luge no Japão que está entre os 10 primeiros no campeonato nacional. Para nós era uma mais-valia. Temos atletas de snowboard nos Estados Unidos, Canadá e Europa com capacidade para obterem os mínimos. Gostávamos de ter uma equipa mais numerosa, com mais modalidades, e para isso precisamos do apoio que tem de vir", enfatizou.

Sérgio Figueiredo, selecionador nacional de esqui, lamentou que se tenham desperdiçado os últimos dois anos, realçando a esperança de que o ano e meio que resta seja aproveitado para preparar uma equipa que represente condignamente Portugal.

"Queríamos ter mais capacidade de treino e não temos, porque não temos meios de financiamento que nos permitam sonhar mais alto e pôr objetivos mais ambiciosos na tabela classificativa. O treino tem de ser continuado. Tem de ser um trabalho pensado", acrescenta o selecionador.

Em Sochi2014, Portugal esteve representado por Camille Dias e Artur Hanse, ambos atletas de esqui alpino a residir no estrangeiro.

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