Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O Município de Castelo Branco adjudicou a requalificação e valorização ambiental do Barrocal e a requalificação do espaço da antiga fábrica Metalúrgica, obras de 1,8 milhões de euros.
O Município de Castelo Branco adjudicou a requalificação e valorização ambiental do Barrocal e a requalificação do espaço da antiga fábrica Metalúrgica, obras de 1,8 milhões de euros.
"Gostava de referir aqui uma obra importantíssima para Castelo Branco e procedemos aqui à adjudicação desse concurso, da requalificação do espaço onde esteve a antiga fábrica da Metalúrgica", disse o presidente do município. Luís Correia, que falava hoje na sessão pública do executivo municipal, disse que esta obra ronda os 739 mil euros e referiu-se também a uma outra, a adjudicação da reabilitação e valorização da zona do Barrocal, cujo valor ultrapassa o milhão de euros.
Já o vereador Fernando Raposo (PS) abordou a questão do processo de certificação do bordado de Castelo Branco que está em curso e adiantou que foi constituída uma comissão de acompanhamento constituída pelo município, Museu Francisco Tavares Proença Júnior e pela Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro - Sul (ADRACES). O socialista explicou ainda que foi estabelecido um protocolo com a Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho (ADERE-Minho), entidade única no país a poder certificar produtos artesanais, no âmbito do bordado de Castelo Branco.
O vereador João Nuno Carvalhinho (PS) apresentou na sessão dois instrumentos municipais no âmbito do urbanismo e da requalificação urbana: o Habitar Castelo Branco Solidário. Trata-se de um projeto que inclui um programa municipal de apoio à realização de obras em habitações degradadas, destinado a famílias carenciadas e que permite devolver condições de habitabilidade razoáveis e condignas.
Este programa financia integralmente até a um montante de 10 mil euros obras em habitação própria ou arrendada. O segundo tem como objetivo apoiar proprietários a reabilitar as suas frações, sendo que o município financia até 50% do valor da reabilitação com um limite de 10 mil euros. "Uma das condições básicas à qualidade de vida é a habitação", sublinha João Carvalhinho.
O autarca manifestou-se ainda satisfeito com o facto de terem sido vendidos três de cinco lotes para construção de edifícios que foram à sessão pública, uma situação que considerou "muito positiva" e que mostra que o setor "está a começar a ter algum desenvolvimento" após a crise que viveu.
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