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Região 26 de setembro de 2011

Castelo Branco: Congresso Ibérico de Geoquímica reúne 150 especialistas de vários países

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

Cento e cinquenta investigadores oriundos de Portugal, Espanha, Brasil e Estados Unidos participam no Congresso Ibérico de Geoquímica, que decorre até quarta-feira na Escola Superior Agrária de Castelo Branco (ESACB), disse hoje a coordenadora do Congresso.

Cento e cinquenta investigadores oriundos de Portugal, Espanha, Brasil e Estados Unidos participam no Congresso Ibérico de Geoquímica, que decorre até quarta-feira na Escola Superior Agrária de Castelo Branco (ESACB), disse hoje a coordenadora do Congresso.

À margem da sessão de abertura do VIII Congresso Ibérico de Geoquímica/XVII, Semana de Geoquímica, Isabel Margarida Antunes, também docente da ESACB, sublinhou à Lusa, a importância do evento, lembrando que “serão apresentadas 110 comunicações científicas, pelo que as sessões decorrerão em simultâneo em dois auditórios da escola”.

O encontro pretende debater a importância da composição e evolução química natural dos materiais e a contribuição das atividades humanas tanto nas modificações ambientais, como a nível da saúde humana.

Serão, ainda, apresentadas as atuais técnicas analíticas nesta área científica e a relevância da modelação espacial de dados químicos, como sejam a prevenção da contaminação de águas superficiais e subterrâneas, solos e atmosfera.

O programa científico inclui cinco conferências plenárias apresentadas por cientistas provenientes de diversos países, como Maria Manuela Abreu (Instituto Superior de Agronomia), Deolinda Flores (Universidade do Porto), Carlos Villaseca (Universidade Complutense de Madrid), Clemente Récio (Universidade de Salamanca) e Pierre Goovaerts BioMedware (Michigan, EUA).

Apesar de só hoje ter ocorrido a sessão de abertura, o Congresso teve início no passado fim-de-semana com visitas guiadas ao Geopark Naturtejo.

Para o vice-presidente do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), José Carlos Gonçalves, a realização do congresso na ESACB “demonstra a capacidade científica e logística do instituto”.

José Carlos Gonçalves classifica este tipo de encontros “fundamentais para a comunidade científica, já que permite a troca de experiências entre os investigadores e fomenta a troca de contatos entre os participantes”.

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