Por: Cristina Valente
O Agro-alimentar é um dos sectores em que a autarquia albicastrense tem feito uma forte aposta. A Feira Sabores de Perdição, que decorre até domingo no centro da cidade, reúne os melhores produtos do sector.
O Agro-alimentar é um dos sectores em que a autarquia albicastrense tem feito uma forte aposta.
A Feira Sabores de Perdição, que decorre até domingo no centro da cidade, reúne os melhores produtos do sector.
Na inauguração, esta 5ª feira, Luís Correia, Presidente da Câmara de Castelo Branco, lembrou o apoio que nos últimos 4 anos a autarquia tem dado aos produtores, seja na concretização de certames, como a Bienal do Azeite e os Sabores de Perdição ou as feiras realizadas em todas as freguesias, seja na criação de infra-estruturas de apoio.
"Definimos o agro-alimentar como um sector de aposta" afirmou o autarca, lembrando que é preciso dar passos seguros, para conquistar os mercados.
"Este certame faz parte da aposta continuada da autarquia, representa aquilo que temos feito neste sector" afirmou Luís Correia que lembrou as infra-estruturas criadas ao longo de 4 anos, que servem de apoio aos produtores, como a Melaria, Centro de Leilão de Gado, o Centro de tratamento do Figo da India.
A juntar a estas infra-estruturas o trabalho que tem sido realizado no CAATA e INOVCLUSTER.
"Queremos apoiar os produtores para que possam comercializar e promoção os nossos produtos de excelência" disse o autarca.
Na sessão de inauguração do certame, Luís Correia e João Pereira, da Associação de Produtores de Azeite da Beira Interior (APABI) entregaram a Diretora da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro, a candidatura para a certificação da azeitona galega da Beira Baixa.
Com esta certificação, pretende-se valorizar o produto, como explica à nossa reportagem João Pereira
"Pretendemos valorizar este produto da região, a azeitona galega de conserva, com a certificação. Um produto que a par com o azeite é de muita qualidade e que queremos certificar" afirmou João Pereira.
O responsável explicou que o processo pode demorar cerca de ano e meio, uma vez que exige a aval do Ministério da Agricultura e depois das instancias comunitárias.
Tal como o azeite a zona geográfica que se pretende certificar no processo é todo o distrito de Castelo Branco e o concelho de Mação.
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