Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) informou que não vai encerrar serviços especializados pela passagem às 35 horas de trabalho e que procederá à estruturação eficiente dos recursos, estando já a contratar mais profissionais.
O Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) informou que não vai encerrar serviços especializados pela passagem às 35 horas de trabalho e que procederá à estruturação eficiente dos recursos, estando já a contratar mais profissionais.
"Importa referir que, no CHCB, não haverá qualquer encerramento ou perda de serviços especializados, mas sim a estruturação eficiente dos recursos disponíveis atenta a procura expressa, não advindo daí qualquer alteração ou prejuízo para o tratamento e acompanhamento dos doentes internados afetos a essas mesmas especialidades", é referido em nota de imprensa enviada à agência Lusa.
Esta unidade de saúde, que integra os hospitais do Fundão e da Covilhã, no distrito de Castelo Branco, explica que na sequência da passagem às 35 horas de trabalho realizou uma "verificação e análise de todas as situações", tendo identificado a "necessidade de contratação de recursos humanos de várias classes profissionais afetadas", que reportou à tutela.
Segundo o comunicado, o CHCB já iniciou a contratação de pessoal, "designadamente enfermeiros, assistentes operacionais e TSDT [técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica] em contrato de trabalho sem termo" e aguarda "autorização para encetar várias outras contratações, no mais breve espaço de tempo".
"Além do referido, acrescentar ainda que o CHCB, no âmbito da gestão organizacional dos seus recursos, procede desde sempre à reorganização dos serviços no sentido de manter a oferta de cuidados aos cidadãos com qualidade e segurança. Trata-se aliás de prática comum vinda a adotar sempre e quando a instituição é confrontada com desafios inesperados colocados por circunstâncias não previstas (por exemplo pandemias)", acrescenta a informação.
Na nota, é ainda deixada uma mensagem de confiança e destaca-se que o "natural impacto" da passagem às 35 horas também "está a ser minimizado com a habitual compreensão e elevado profissionalismo de todos os colaboradores".
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