Por: Diario Digital Castelo Branco
Bateria das Baterias (Catraia Cimeira), anta do Cabeço da Anta (Moitas) e o povoado do Castelo do Chão do Trigo (Peral): são estes os três locais que vão ser estudados durante o VII Campo Arqueológico Internacional de Proença-a-Nova (CAIPN) que tem 17 estudantes portugueses, espanhóis e ingleses na equipa de arqueólogos.
Bateria das Baterias (Catraia Cimeira), anta do Cabeço da Anta (Moitas) e o povoado do Castelo do Chão do Trigo (Peral): são estes os três locais que vão ser estudados durante o VII Campo Arqueológico Internacional de Proença-a-Nova (CAIPN) que tem 17 estudantes portugueses, espanhóis e ingleses na equipa de arqueólogos.
“Há sete anos que o Município investe na realização do campo arqueológico, quatro dos quais com cariz internacional, porque é fundamental recuperar a história das nossas origens em comunidade, as formas de povoamento e de defesa, os rituais e os costumes, no fundo tudo aquilo que contribui para a nossa matriz identitária”, salienta João Lobo, presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova. Em linha com os últimos seis anos, este campo arqueológico internacional representa também um investimento no turismo, aliando a natureza ao património e cultura como fatores de atratividade do território.
A 11 de agosto será feita a apresentação pública dos trabalhos realizados no concelho ao longo de sete campos arqueológicos, no Colóquio Património e Arqueologia no concelho de Proença-a-Nova, a partir das 9h00, no Auditório Municipal (programa disponível para consulta aqui). Esta iniciativa contará com a presença de especialistas, arqueólogos, geofísicos, geólogos e topógrafos que ao longo dos anos têm estudado o concelho. O colóquio é aberto ao público em geral, com entrada livre, não sendo necessária inscrição prévia.
Realizado em parceria com a Associação de Estudos do Alto Tejo, os trabalhos do CAIPN iniciaram-se a 16 de julho, terminando a 2 de setembro. Na Bateria das Baterias estudam-se as linhas defensivas integradas na Linha Defensiva das Talhadas-Moradal. A Anta do Cabeço da Anta é uma das maiores sepulturas megalíticas da Beira Baixa, delimitadas por pedras fincadas e envolvidas por montes artificiais de terra e pedras de forma circular. Pelo segundo ano será explorado o povoado do Castelo do Chão do Trigo que se atribui à Idade do Ferro.
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