Por: Diario Digital Castelo Branco
Vai ser brevemente inaugurado o novo espaço verde, criado pela autarquia albicastrense, no antigo espaço ocupado pela Metalúrgica.
Da antiga fábrica restam as duas chaminés, que preservam a memória daquela unidade fabril, em tempos tão importante para a economia de Castelo Branco. Junto à estação, está uma peça que vai marcar o espaço, uma escultura da autoria de José Simão, de homenagem a João Roiz.
Vai ser brevemente inaugurado o novo espaço verde, criado pela autarquia albicastrense, no antigo espaço ocupado pela Metalúrgica.
Da antiga fábrica restam as duas chaminés, que preservam a memória daquela unidade fabril, em tempos tão importante para a economia de Castelo Branco.
O espaço verde, está integrado num projeto maior que a autarquia tem para aquela zona da cidade, há muitos anos esquecida.
Jardins, espaços de descanso, também a criação de mais estacionamento, e a alteração da circulação automóvel na rua Pedro da Fonseca, com a criação de uma rotunda, e também a circulação nos dois sentidos em parte da rua, marcam para já esta 1ª fase deste ambicioso projeto de revitalização urbana.
Junto à estação, está uma peça que vai marcar o espaço, uma escultura da autoria de José Simão, de homenagem a João Roiz.
Em entrevista à Rádio Cova da Beira (RCB) o escultor explicou que depois da medalha comemorativa dos 500 anos de João Roiz, é dado a conhecer este monumento, "já lá está instalado, está é coberto, como havia ali uns trabalhos a realizar numa praça que foi renovada, só agora é que será oportuno inaugurar a praça e a escultura. Mas está numa praça onde pode ser disfrutada.”
Apesar de surgir depois da medalha comemorativa, o monumento foi o primeiro trabalho, e um complementa o outro, refere o escultor em entrevista à RCB. José Simão fala deste último trabalho como um marco no seu percurso de escultor.
“É um trabalho que me deu muito gosto fazer, e acho que vai ser qualquer coisa que pode marcar o meu percurso. Como se fossem dois blocos de pedra, em granito da região, e no interior está uma figura, em aço corten, que está num processo criativo, onde é preciso se despir de preconceitos e depois também há palavras que circulam entre o coração e a cabeça, é a altura em que o poeta está a criar o seu poema.” Explica o escultor.
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