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Região 26 de setembro de 2018

Castelo Branco: Sociedade Civil promove debate público para discutir o papel da reposição das Scuts na A23 e A25

Por: Diario Digital Castelo Branco

Vai ter lugar no próximo dia 27, às 20:30 no auditório do IPCB - Instituto Politécnico de Castelo Branco, o Debate Público Nacional - Portagens e PPP Rodoviárias no Contexto do Desenvolvimento Regional. A iniciativa tem entrada livre e reune as sete entidades que constituem a comissão organizadora da “Plataforma p'la reposição das SCUT”.

Vai ter lugar no próximo dia 27, às 20:30 no auditório do IPCB - Instituto Politécnico de Castelo Branco, o Debate Público Nacional - Portagens e PPP Rodoviárias no Contexto do Desenvolvimento Regional. A iniciativa tem entrada livre e reune as sete entidades que constituem a comissão organizadora da “Plataforma p'la reposição das SCUT”.

Moderado pelo jornalista António Costa (ECO online), o debate conta com a presença do presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Luís Correia, e de dirigentes dos vários partidos com assento parlamentar, contando ainda com intervenções de Paulo de Morais, da Frente Cívica, e de Anselmo Castro, da Universidade de Aveiro.

Luis Veiga, membro da Plataforma e representante dos empresários das regiões afetadas pelas portagens refere que “a promoção de um debate a nível nacional sobre as parcerias público-privadas (PPP) rodoviárias e as portagens nas ex-SCUT pretende chamar a atenção para a ilegalidade e custo excessivo para o erário público da manutenção das rendas pagas aos concessionários das SCUT até 2040”.

“Se o resgate destas rendas se realizasse ainda este ano o Estado teria um custo de 5,5 mil milhões em vez dos 18 mil milhões calendarizados até 2040, poupando 11 mil milhões de euros” acrescenta Luís Veiga, que assinala ainda que “por outro lado, também é importante sensibilizar a opinião pública e o governo para a injustiça das portagens em duas das regiões mais pobres da União Europeia, o interior centro e a zona transmontana, onde nem sequer existem alternativas de mobilidade. Com esta situação foi criada uma barreira ao desenvolvimento e não parece existir coragem política para eliminar o maior custo de contexto, sobretudo quando o governo sabe que cerca de 30 por cento das receitas se destinam a cobrir custos de exploração”, conclui.

Representada pela sociedade civil das regiões atravessadas pela A23 e A25, a “Plataforma p'la reposição das SCUT” defende a redução progressiva e calendarizada das portagens, recuperando o objetivo inicial para a qual foram criadas. É formada pela AEBB - Associação Empresarial da Beira Baixa, NERGA – Associação Empresarial da Região da Guarda, Comissão de Utentes da A25, União de Sindicatos da Guarda, Associação de Empresários p´la Subsistência do Interior, União dos Sindicatos de Castelo Branco e Comissão de Utentes da A23. 

 

 

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