Por: Diario Digital Castelo Branco
O Projeto-Escola BioAromas vai assinalar, pelo nono ano consecutivo, o Dia Mundial da Alimentação com uma oficina de gastronomia dinamizada pelo chef Rui Lopes no Centro Ciência Viva da Floresta. Inicialmente prevista para 19 de outubro (sexta-feira mais próxima do Dia Mundial da Alimentação que se assinala a 16 de outubro), a oficina irá decorrer a 30 de novembro, entre as 18h e as 23h00.
O Projeto-Escola BioAromas vai assinalar, pelo nono ano consecutivo, o Dia Mundial da Alimentação com uma oficina de gastronomia dinamizada pelo chef Rui Lopes no Centro Ciência Viva da Floresta. Inicialmente prevista para 19 de outubro (sexta-feira mais próxima do Dia Mundial da Alimentação que se assinala a 16 de outubro), a oficina irá decorrer a 30 de novembro, entre as 18h e as 23h00.
Com apenas oito vagas disponíveis, a atividade tem um custo de 12€ e é aberta a toda a população, com as inscrições a decorrem na página www.floresta.cienciaviva.pt. Este ano, o tema a explorar são “As plantas aromáticas e medicinais da floresta”, destacando as plantas aromáticas e medicinais que se desenvolvem no nosso território, numa ligação estreita com a floresta, com os rios e as ribeiras dos ecossistemas do interior de Portugal.
O Dia Mundial da Alimentação, promovido pela Organização das Nações Unidades para a Alimentação e Agricultura, serve para alertar para a importância de uma alimentação saudável para todos. Há dois anos, o BioAromas publicou o livro “BioAromas à mesa”, que reúne as receitas elaboradas ao longo das várias oficinas realizadas e pode ser adquirido no CCV da Floresta ou na loja online.
O BioAromas é um projeto da Escola Pedro da Fonseca que promove a transição para a vida pós-escolar de alunos com necessidades educativas especiais permanentes, com Currículo Específico Individual e Plano Individual de Transição. Proporciona aos alunos uma experiência de iniciação pré-profissional, num contexto de trabalho educacional baseado no aprender fazendo, com produção de plantas aromáticas e medicinais no modo de produção biológico. Conta com o apoio do Município de Proença-a-Nova, o Centro de Ciência Viva da Floresta e a Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.
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