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Região 29 de outubro de 2018

Castelo Branco: Autarquia luta pela igualdade na comunidade albicastrense

Por: Patrícia Calado

Na passada sexta-feira, a biblioteca municipal de Castelo Branco acolheu as celebrações do Dia Municipal pela Igualdade.

Na passada sexta-feira, a biblioteca municipal de Castelo Branco acolheu as celebrações do Dia Municipal pela Igualdade.   Rosa Monteiro, Secretária de Estado da Cidadania e Igualdade, marcou presença nesta sessão, altura em que não poupou elogios à Câmara municipal de Castelo Branco e à Associação Amato Lusitano pelo trabalho desenvolvido na luta pela igualdade na comunidade albicastrense.   

"Castelo Branco é um território especial que consegue ter uma abordagem política de igualdade, no tratamento de várias temáticas e promove trabalho em rede, que dá mais frutos e resultados. Castelo Branco enfrenta desafios de envelhecimento da população, e é um território com mais de 59 nacionalidades", descreveu a governante, salientando a importância deste evento, pois nem sempre "nos apercebemos das desigualdades".  

Quando se fala em desigualdade é inevitável falar de violência doméstica. Rosa Monteiro informou que este é ainda um "problema invisível", em que muitas vezes começa nos jovens, com violência no namoro.   De acordo com a Secretária de Estado, o Governo tem respostas a nível do atendimento, através do trabalho em rede.  

É crucial mudar a mentalidade da comunidade de forma a que seja dado mais valor à equidade. Para tal, o Governo vai disponibilizar financiamento para as autarquias.  

"O financiamento vai apoiar projetos em várias áreas setoriais", referiu a governante.   Relativamente à equidade, a autarquia tem estado a fazer "um trabalho inclusivo", como indicou Luís Correia, presidente da Câmara municipal de Castelo Branco.  

"A câmara municipal tem que fazer e faz um trabalho contínuo pela coesão e igualdade. Temos que concretizar um trabalho de igualdade no dia-a-dia, temos feito um investimento invejável na igualdade de oportunidades. Este é um trabalho que não se vê, pois é feito com descrição", frisou o autarca.  

Este trabalho não podia ser bem sucedido sem a parceria com a Associação Amato Lusitano. Arnaldo Brás, presidente desta coletividade, apresentou os projetos que já foram feitos, nomeadamente a criação do Núcleo de Apoio à Vítima (NAV), em 2010.  

Segundo Arnaldo Brás, em 2028, o núcleo de apoio à Vítima realizou 2100 atendimentos e foram assinalados 117 novos casos, em Castelo Branco.

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