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Região 23 de novembro de 2011

Castelo Branco: União de Sindicatos defende 'Intercidades' com comboios em vez de automotoras

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB) defende que o serviço Intercidades volte a ser feito por comboios, em vez de automotoras, que entraram ao serviço a 01 de novembro.

A União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB) defende que o serviço Intercidades volte a ser feito por comboios, em vez de automotoras, que entraram ao serviço a 01 de novembro.

A reivindicação dirigida ao Governo foi expressa numa resolução apresentada depois de os dirigentes sindicais terem feito a viagem entre a Covilhã e Castelo Branco numa das automotoras.

No fim do percurso, a USCB concluiu “que se perde qualidade, conforto e rapidez” com medidas que considerou que “afastam ainda mais as pessoas do transporte ferroviário”.

A resolução apresentada pelos sindicalistas defende que se mantenha “o serviço de Intercidades em comboio”, com “reajustamento do horário, criando alternativas aos transportes rodoviários”.

O documento pede ainda “a eletrificação integral e a requalificação da via entre a Covilhã e a Guarda”.

Num ponto mais ambicioso, a USCB reivindica também a criação de um metro de superfície entre Guarda, Belmonte, Covilhã, Fundão e Castelo Branco para “rentabilizar as infraestruturas ferroviárias do distrito e aumentar a oferta de transportes”.

A eletrificação da Linha da Beira Baixa entre Castelo Branco e Covilhã foi inaugurada em 31 de julho e em novembro a CP substituiu os comboios com locomotiva e carruagens por automotoras interurbanas adaptadas.

A associação de amigos da linha criticou a utilização daquele material num serviço de longo curso, mas a CP argumentou com uma poupança de 1,5 milhões de euros por ano com a medida.

Para norte, entre a Covilhã e a Guarda, o mato já tomou conta da linha.

Os comboios deixaram de circular entre as duas cidades, em fevereiro de 2009, para renovação da via com 120 anos de idade mas, após o investimento em pontes, túneis e 10 quilómetros de linha, a REFER admitiu à Agência Lusa aguardar agora por verbas para concluir as obras.

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