Por: Diário Digital Castelo Branco
A Câmara Municipal de Oleiros realizou a apresentação do Calendário de Eventos para o ano de 2026, numa sessão pública ocorrida na Casa da Cultura, na tarde desta sexta-feira, 9 de Janeiro, e o Presidente da Câmara lançou o repto ao Momento Associativo do concelho.
A iniciativa, para além do executivo da autarquia, contou com a presença das Associações e Coletividades do concelho, e o presidente da Câmara Municipal, Miguel Marques, anúncio, que devido à importância coletiva que estas entidades populares têm, o executivo decidiu realizar, ainda com data por definir, o primeiro Encontro de Associações do concelho de Oleiros.
No contexto do Plano Municipal de Eventos de Oleiros, para autarca o movimento associativo do concelho é uma pedra basilar e deixou um repto às entidades presentes, nomeadamente, juntas de freguesia, assembleias de freguesia, associações e coletividades, no sentido de se encontrar uma data para se lançar o Encontro das Associações do Concelho de Oleiros.
No sentido de assumir um papel estratégico enquanto instrumento de política pública local, articulando-se diretamente com a dinâmica de eventos como a Feira do Pinhal, o Festival do Cabrito Estonado e do Vinho Callum, Mostra de Frutos de Outono, assim como a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), e a Feira Internacional do Artesanato (FIA).
Miguel Marques referiu que gostaria que o Movimento Associativo do concelho, em prol da comunidade, começassem a participar e a estar representadas nestes eventos em espaços próprios onde pode divulgar a comunidade
O autarca ainda se referiu à pró-atividade das associações na realização de todos os eventos do concelho afirmando que “os eventos da Câmara Municipal são realizados para divulgação do concelho, de aquilo que é as nossas tradições, a nossa cultura, os nossos produtos endógenos, o nosso território e, no fundo, as nossas pessoas que é o mais importante”.
A apresentação do Calendário de Eventos para o ano de 2026 coube ao vice-presidente da Câmara Municipal de Oleiros, Paulo Urbano, autarca responsável pelos pelouros do turismo e da cultura.
“Apresentamos uma agenda anual dirigida aos oleirenses, mas também aos visitantes e aos nossos emigrantes, sobretudo no período de verão, no quadro da estratégia que o município tem vindo a implementar na promoção do território”, referiu.
Oleiros dispõe atualmente de um conjunto diversificado de equipamentos e produtos turísticos que reforçam a sua atratividade, como o Miradouro do Zebro, o Trilho Internacional dos Apalaches, a Galeria Municipal, os Passadiços da Fraga da Água D’Alta, a Aldeia de Xisto de Álvaro, a Rede de Artes e Ofícios e as praias fluviais, entre outros.
O Plano recomenda 11 eventos âncora ao longo do ano, para dinamizar a comunidade local, atrair visitantes e aumentar o tempo médio de permanência, potenciando o impacto económico local.
Entre os destaques desta programação anual estão o Trilho Internacional dos Apalaches e os Percursos Pedestres, que registam uma procura crescente.
A agenda integra ainda iniciativas dedicadas à gastronomia e aos produtos identitários do concelho, como o Festival do Cabrito Estonado e do Vinho Callum, dois embaixadores da tradição oleirense.
O município de Oleiros volta a marcar presença na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), com stand próprio, reforçando a sua estratégia de promoção do território e da oferta turística e cultural.
Esta aposta na promoção em grande escala estender-se-á igualmente à Feira Internacional do Artesanato (FIA), na FIL, com especial destaque para a divulgação da Rede de Artes e Ofícios de Oleiros.
A componente cultural e educativa mantém-se como prioridade do município, com a realização da Feira do Livro, em organização conjunta com o Agrupamento de Escolas Padre António de Andrade, promovendo hábitos de leitura e a proximidade da comunidade ao livro.
A Feira do Pinhal, o maior certame do concelho, volta a afirmar-se como um dos momentos mais relevantes do calendário anual, assumindo-se como um dos maiores palcos de divulgação do artesanato produzido em Oleiros e em diversos pontos do país.
Paralelamente, as coletividades e as juntas de Freguesia desenvolvem programação própria, garantindo uma agenda dinâmica, descentralizada e diversificada ao longo de todo o ano.
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