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Região 24 de novembro de 2011

Repartições de finanças e escolas fechadas e várias fábricas afetadas no distrito de Castelo Branco

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A greve geral encerrou repartições de finanças e os maiores agrupamentos de escolas do distrito de Castelo Branco e está também a afetar várias fábricas, disseram esta manhã dirigentes sindicais à agência Lusa.

A greve geral encerrou repartições de finanças e os maiores agrupamentos de escolas do distrito de Castelo Branco e está também a afetar várias fábricas, disseram esta manhã dirigentes sindicais à agência Lusa.

Luís Garra, coordenador distrital da União de Sindicatos de Castelo Branco, afeta à CGTP-IN, destacou "boas adesões" registadas no setor industrial.

Segundo este dirigente, a têxtil FIPER, no Teixoso, Covilhã, está paralisada e há adesões superiores a 70 por cento nas principais empregadoras do setor na região, como a Paulo de Oliveira, na Covilhã, ou Carveste, em Caria, Belmonte.

Luís Garra frisou ainda o facto de pela primeira vez ter havido trabalhadores da fábrica de componentes para automóveis Delphi a aderirem à greve em Castelo Branco, embora com uma taxa de 11 por cento.

Nas Minas da Panasqueira, a adesão ronda os 60 por cento.

Segundo Luís Garra, "os números desmentem a ideia de que esta seja sobretudo uma greve da função pública", apesar de ser no setor público que se registam os principais efeitos.

Os maiores agrupamentos de escolas do distrito estão encerrados e nas autarquias a CGTP-IN regista as maiores adesões na Covilhã, Fundão, Sertã, Penamacor e no setor operário da Covilhã.

De acordo com Rogério Bentes, dirigente da UGT no distrito, apesar de não haver nenhuma Câmara Municipal de portas fechadas, "nas áreas técnicas a adesão ronda os 70 a 80 por cento e nos serviços administrativos metade dos trabalhadores” estão parados.

"Há repartições de finanças fechadas, os maiores agrupamentos de escolas estão encerrados e a principal estação de correios de Castelo Branco também está fechada", sublinhou.

A nível nacional, a greve geral convocada para hoje em Portugal pela CGTP-IN e a UGT, para protestar contra as medidas de austeridade decretadas pelo governo, está a "registar forte adesão", de acordo com informações transmitidas pelas duas centrais sindicais.

A greve geral, a segunda conjunta convocada por CGTP-IN e UGT, afeta transportes, escolas, hospitais e centros de saúde, tribunais, autarquias e outras repartições do Estado, bem como alguns setores privados, em especial na indústria.

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