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Região 30 de novembro de 2011

Castelo Branco: Morão critica cancelamento da construção da nova cadeia

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O presidente da Câmara de Castelo Branco, Joaquim Morão, criticou hoje a decisão do Governo de cancelar a construção do novo Estabelecimento Prisional da cidade, considerando que o concelho está a perder investimentos.

O presidente da Câmara de Castelo Branco, Joaquim Morão, criticou hoje a decisão do Governo de cancelar a construção do novo Estabelecimento Prisional da cidade, considerando que o concelho está a perder investimentos.

Em declarações à Lusa o autarca disse que, "depois do adiamento da construção da Barragem do Alvito por parte da EDP, esta é a segunda grande obra a ser cancelada no concelho".

Joaquim Morão (PS) explicou que "o novo Estabelecimento Prisional de Castelo Branco fazia parte de um conjunto de empreendimentos que estavam em perspetiva serem construídos e que iriam criar muitos postos de trabalho".

O autarca recordou que "Castelo Branco foi contemplado com um novo estabelecimento prisional, no âmbito da estratégia de novas construções de cadeias para o país desenvolvida pelo anterior Governo".

O processo, segundo Joaquim Morão, estava em fase adiantada.

"Faltava apenas a adjudicação por parte do novo Governo, o que não veio a acontecer. E isso representa uma grande perda para a cidade e para toda esta região", disse.

A decisão do Governo não construir a nova cadeia de Castelo Branco impede que o Convento de Santo António, onde atualmente funciona a prisão masculina, seja adquirido pela autarquia albicastrense como estava acordado com o anterior Governo.

Joaquim Morão lamentou que "os prazos necessários para adjudicar a obra tenham terminado 10 dias depois das eleições legislativas, pelo que o anterior Governo não pôde adjudicar a obra e o atual optou por não avançar com a mesma".

A nova cadeia representava um investimento de 25 milhões de euros, teria capacidade para 335 reclusos e empregaria 260 guardas e 40 funcionários administrativos e técnicos. A sua construção seria efetuada em terrenos cedidos pela Câmara de Castelo Branco, na zona da Feiteira.

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