Por: José António Baleiras
A criação da marca ‘Castelo Branco Bordar e Receber’ custou 88.740 euros e teve dois procedimentos administrativos no orçamento Municipal. Um referente a uma consulta municipal prévia com o montante de 68.850 euros e o outro referente a um ajuste municipal directo de 19.890 euros.
A criação da marca ‘Castelo Branco Bordar e Receber’ custou 88.740 euros e teve dois procedimentos administrativos no orçamento Municipal. Um referente a uma consulta municipal prévia com o montante de 68.850 euros e o outro referente a um ajuste municipal directo de 19.890 euros.
O Diário Digital sabe que o primeiro montante refere-se ao trabalho criativo da empresa Ivity Brand Corp e o segundo ao cachet da sua apresentação pelo seu presidente, Carlos Coelho.
A marca, aprovada pelo do executivo camarário, foi lançada dia 20 de março pelo Município durante as comemorações do Dia da Cidade e a partir desse dia, com a ajuda do Marketing Territorial, tem-se tornado o maior símbolo identitário do concelho.
"Uma marca de um território deverá ser um fio condutor da história e da cultura que se une numa geografia e que desenha um futuro na economia", afirmou Carlos Coelho no dia da cidade.
Este responsável declarou ainda que a marca respeita o passado e tem o bordado de Castelo Branco como fio inspirador para o futuro.
"É o fio condutor que dá voz ao passado e abre caminho ao futuro de Castelo Branco. Vai ser uma enorme surpresa para o país, Castelo Branco mostrar as suas qualidades. Uma marca não é um trabalho feito, não é um ponto de chegada", conclui.
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