UGT Castelo Branco contra portagens na A23 e A25

A UGT Castelo Branco e a UGT da Guarda participaram no passado dia 15 de Maio numa iniciativa conjunta levada a cabo pela Plataforma Transfronteiriça, que integra 7 entidades do distrito de Castelo Branco e Guarda.

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  • Publicado: 2019-05-21
  • Autor: Diário Digital Castelo Branco

A UGT Castelo Branco e a UGT da Guarda participaram no passado dia 15 de Maio numa iniciativa conjunta levada a cabo pela Plataforma Transfronteiriça, que integra 7 entidades do distrito de Castelo Branco e Guarda.

A iniciativa, que teve lugar na fronteira Vilar Formoso/Fuentes de Oñoro contou com o apoio do Conselho Sindical Castilla y Leon Beiras e teve como principal objectivo propor a supressão das portagens da A23 e A25.

Segundo informação a que o DDCB teve acesso, todos os intervenientes nesta mobilização, autarcas, empresários, sindicatos e sociedade civil, salientaram as penalizações económico-financeiras que afectam estas regiões do interior e a necessidade urgente de definir estratégias de desenvolvimento apropriadas para criar melhores condições de vida a todos os residentes/trabalhadores no interior da Península Ibérica, e ainda criar condições para que as empresas que usem estas vias de comunicação/transporte possam obter melhores resultados financeiros, com a fixação de novas unidades fabris e a consequente criação de novos postos de trabalho.

O espanhol Vicente Andre’s, responsável das Comissiones Obreras salientou também muitos dos inconvenientes ligados aos custos destas vias destacando a forma como a sua abolição poderia permitir o livre e trânsito de turistas criando mais e melhores oportunidades para o desenvolvimento de postos de trabalho relacionados com o turismo transfronteiriço.

A eliminação das portagens na A23 e A25 não significa um decréscimo de receitas do Estado, porque esta abolição irá de certeza criar novas unidades fabris e novos postos de trabalho que irão resultar em mais receitas para o Estado.

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