Por: Diário Digital Castelo Branco
A Câmara do Fundão quer que o concelho seja abrangido por um mecanismo de apoio para reduzir os prejuízos provocados por um violento incêndio que afetou várias propriedades agrícolas das freguesias da Pêro Viseu e da Capinha.
A Câmara do Fundão quer que o concelho seja abrangido por um mecanismo de apoio para reduzir os prejuízos provocados por um violento incêndio que afetou várias propriedades agrícolas das freguesias da Pêro Viseu e da Capinha.
"Enviei uma carta ao senhor ministro da Agricultura, pedido efetivamente que se possam acionar os termos existentes para reduzir as perdas neste contexto agrícola e rural, com a máxima urgência. Para que possa haver o acompanhamento do Ministério da Agricultura e que possam ser acionados os mecanismos de apoio aos produtores e às áreas agrícolas que foram danificadas", referiu o presidente da autarquia, Paulo Fernandes, durante a sessão pública do executivo que teve lugar ontem.
Na informação prestada, o autarca deste município do distrito de Castelo Branco, lembrou que está em causa um fogo que, no dia 26 de julho, deflagrou na freguesia de Pêro Viseu e que nas primeiras horas atingiu uma grande violência e que provocou elevados prejuízos.
Paulo Fernandes frisou que a área afetada é abrangida por propriedades agrícolas e até de habitação e que o primeiro levantamento aponta para que tenham ardido entre 300 a 350 hectares.
Lembrou ainda que este fogo causou danos consideráveis da parte pública e privada, tendo afetado a rede viária, os caminhos rurais, os muros e sinalética e também inúmeras propriedades agrícolas.
Na lista de prejuízos estão ainda inúmeras produções agrícolas que arderam, animais que morreram, alimentos para animais que se perderam e muitos equipamentos e alfaias que ficaram danificados, sendo que até o trator da Junta de Freguesia de Pêro Viseu foi afetado.
O incêndio teve início dia 26 de julho, na freguesia de Pêro Viseu, no Fundão, e chegou a ter três frentes ativas, tendo-se prolongado durante várias horas. Chegou a ser combatido por cerca de três centenas de operacionais e por oito meios aéreos.
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