Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Com o alargamento do canal do Panamá, “Portugal torna-se a porta de entrada na Europa” para mercados tão importantes como Estados Unidos, Brasil e Ásia, sustenta o economista Paulo Borges, em declarações à Agência Lusa.
Com o alargamento do canal do Panamá, “Portugal torna-se a porta de entrada na Europa” para mercados tão importantes como Estados Unidos, Brasil e Ásia, sustenta o economista Paulo Borges, em declarações à Agência Lusa.
A previsão foi sustentada na tese de mestrado “Sobre o Conceito de Centralidade Económica: Uma Aplicação a Nível Internacional”, defendida em dezembro, onde desenvolveu um índice que determina o posicionamento internacional de um país, dado o nível de atividade económica e a distância geográfica entre os países.
Através da aplicação do índice a 174 países, o economista, mestre em Economia Portuguesa e Integração Internacional pelo Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), apurou que a Europa é a região com maior centralidade económica e que “Portugal, apesar de se encontrar numa posição relativamente periférica para a Europa, apresenta um bom nível de centralidade para outros mercados, como Brasil e América do Norte”.
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