Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Uma mistura “improvável” de resíduos orgânicos é o fertilizante ideal para campos de golfe, segundo a conclusão de uma investigação de professores e alunos da Escola Superior Agrária de Castelo Branco e pela Tabite de Alcains.
Uma mistura “improvável” de resíduos orgânicos é o fertilizante ideal para campos de golfe, segundo a conclusão de uma investigação de professores e alunos da Escola Superior Agrária de Castelo Branco.
O composto é produzido por uma empresa de Alcains que desenvolve atividades no domínio da gestão de resíduos e resulta de vários resíduos de origem orgânica, como lamas de depuração urbanas provenientes de estações de tratamento de águas residuais, restos oriundos de matadouros, processamento de polpa de fruta, serradura e casca de pinho e cinzas de biomassa florestal.
A equipa que realizou o projeto "Validação de um composto como fertilizante" foi constituída pelos docentes Maria Monteiro, João Carneiro e Paulo Águas e contou também com a participação de alunos de mestrado (Vera Cipriano e Pedro Sebastião).
Os resultados mostram que este fertilizante tem vantagens em relação a outros: consegue fornecer nutrientes "de uma forma gradual às culturas" e tem "um teor de humidade ligeiramente inferior a 35 por cento, o que será particularmente importante se utilizado em campos de golfe".
O trabalho resulta de um protocolo assinado entre o IPCB/Escola Superior Agrária de Castelo Branco (ESACB) e a empresa Trabite de Alcains.
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