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Região 15 de janeiro de 2012

Castelo Branco: Jerónimo de Sousa diz que medidas do governo prejudicam o interior

Por: Cristina Valente

Jerónimo de Sousa, secretário geral do PCP, esteve sábado em Castelo Branco, um comício integrado na iniciativa nacional “Rejeitar o Pacto de Agressão – Lutar por um Portugal com futuro”.
Um discurso marcado pelas criticas ao governo, PSD/CDS, que Jerónimo de Sousa chamou de “governo mistificador” .

Jerónimo de Sousa, secretário geral do PCP, esteve sábado em Castelo Branco, um comício integrado na iniciativa nacional “Rejeitar o Pacto de Agressão – Lutar por um Portugal com futuro”.

Um discurso marcado pelas criticas ao governo, PSD/CDS, que Jerónimo de Sousa chamou de “governo mistificador” .

Para o secretário Geral do PCP o governo Passos/Porta “não faz outra coisa que levar ao engano e iludir não só os seus verdadeiros propósitos e objectivos, fazendo uma coisa que sabe que tem efeitos contrários ao que anuncia, como a própria realidade do país”.

Para o líder do PCP as politicas seguidas pelo executivo prejudicam gravemente as região mais desfavorecidas e do interior, como é a região de Castelo Branco “estas medidas em regiões do interior e em zonas transfronteiriças significam um afundamento das actividades económicas, as desacertadas decisões orçamentais que impuseram substanciais cortes no investimento público, mas também e com um impacto muito significativo com o aumento das portagens e da sua introdução nas SCUT que servem as regiões do interior.

Regiões que estão francamente fragilizadas e enfrentam graves problemas de desertificação, de abandono e declínio social, estagnação e declínio das actividades económicas e um assustador crescimento do desemprego e que estas novas medidas transformarão numa situação ainda mais insustentável.”

Medidas que Jerónimo de Sousa diz significam novas falências de empresas, “com maior impacto nas zonas de maior acessibilidade de ligação com Espanha” e deixou o apelo à mobilização para a greve de 10 de Fevereiro.

Para o PCP estas são medidas “desastrosas” e “gravosas para as economias do interior e raianas”. “Os que têm governado o país nestas últimas décadas têm prometido políticas de desenvolvimento viradas para a promoção de uma base económica regional e local, mas o que vemos não é apenas a ausência de medidas de defesa do que resta das actividades económicas que poderiam ser suporte de um desenvolvimento sustentado das regiões do interior e das regiões transfronteiriças, mas medidas cada vez mais penalizadoras de todas estas regiões.“ Regiões que Jeronimo de Sousa diz “sofrerão de sobremaneira as consequências da ofensiva em curso contra o poder local sob o impulso do Pacto de Agressão e na base do acordo tácito entre os partidos que o suportam: o governo e o PS.”

O secretário geral do PCP não deixou de fora as criticas às nomeações para a empresas Águas de Portugal “Passos Coelho quer convencer o país que escolheu para as Águas de Portugal dois correligionários, um de cada um dos partidos da coligação governamental por razões de mera qualificação para o cargo e não porque quer garantir homens de mão para levar para a frente o projecto de privatização das águas em Portugal. Basta de tanto cinismo” afirmou Jerónimo de Sousa.
 

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