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Região 17 de janeiro de 2012

Castelo Branco: Sindicatos apresentam linhas de ação a debater no XII Congresso da CGTP

Por: Tiago Carvalho

O distrito de Castelo Branco deverá estar representado por cerca de 20 delegados sindicais no XII Congresso da CGTP-IN, agendado para os dias 27 e 28 de janeiro, na FIL, em Lisboa.

O distrito de Castelo Branco deverá estar representado por cerca de 20 delegados sindicais no XII Congresso da CGTP-IN, agendado para os dias 27 e 28 de janeiro, na FIL, em Lisboa.

De acordo com Luís Garra, coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB), “os sindicatos de maior representação no distrito vão estar todos representados”, designadamente a função pública, os enfermeiros, os professores, os metalúrgicos, a alimentação, os têxteis, os mineiros, entre outros.

O dirigente sindicalista apresentou na segunda-feira, em Castelo Branco, os principais documentos e linhas de ação a discutir neste Congresso, que tem como lema “Portugal Desenvolvido e Soberano – Trabalho com Direitos”.

O evento marca o término do mandato dos atuais órgãos dirigentes da CGTP e vai eleger um novo Conselho Nacional. Este órgão ficará encarregue de escolher o novo secretário-geral da CGTP, que sucede a Carvalho da Silva. Arménio Carlos e Mário Nogueira têm sido avançados como fortes possibilidades, mas a USCB não manifesta apoio a qualquer candidato em particular.

O programa de ação da CGTP divide-se em sete capítulos, que contêm propostas para o desenvolvimento do país, a criação e qualidade do emprego, o estado social, a contratação coletiva, a organização sindical, a Europa e a luta dos trabalhadores e dos povos.

Este documento esteve em discussão nas organizações sindicais desde dezembro e, segundo Luís Garra, “foi objeto de centenas de propostas de alteração”. As propostas foram apreciadas no sábado passado, numa reunião extraordinária do Conselho Nacional de CGTP, e mais de 90 por cento das alterações foram aceites e integradas no programa de acção.

Em relação ao lema do XII Congresso da CGTP, Luís Garra destacou a importância de debater a “grave perda da soberania portuguesa”. “Vivemos hoje numa situação de Estado ocupado, em que os governantes são meros executantes das ordens de forças estrangeiras”, referiu o sindicalista.

O coordenador da USCB adiantou anda que “está assegurada a maior representação internacional de sempre num congresso da CGTP”.
 

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