Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Associação de Produtores Florestais da Beira Interior (Aflobei) pretende aproveitar os terrenos da antiga cultura de tabaco nos concelhos de Idanha-a-Nova e Castelo Branco, para produzir biomassa, afirmou o seu presidente à Agência Lusa.
A Associação de Produtores Florestais da Beira Interior (Aflobei) pretende aproveitar os terrenos da antiga cultura de tabaco nos concelhos de Idanha-a-Nova e Castelo Branco, para produzir biomassa, afirmou o seu presidente à Agência Lusa.
António Abrunhosa adiantou que ainda em 2012 “avançará um projeto piloto para a produção de biomassa em regadio, numa área de cinco hectares”, projeto em que conta com o apoio da Tabaqueira e da autarquia de Castelo Branco.
Este projeto de floresta irrigada foi formalizado recentemente na Câmara de Castelo Branco, com a presença dos presidentes da autarquia e da Aflobei e administradores da Tabaqueira.
O projeto piloto, que vai avançar no outono, com a plantação de freixos e salgueiros, “terá, pelo menos dois ou três anos e pretende definir os custos e rendimentos”.
Um administrador da Tabaqueira, Nunes dos Santos, disse à Agência Lusa que esta intervenção pretende “ajudar à reconversão dos terrenos onde era produzido tabaco, quer em Castelo Branco, quer em Idanha-a-Nova. Isto porque, depois de terem terminado os incentivos comunitários, a produção de tabaco diminuiu muito, surgindo muitos terrenos incultos”.
Por sua vez, o presidente da Câmara de Castelo Branco, Joaquim Morão, referiu que este projeto vem valorizar a agricultura da região, uma vez que “vai rentabilizar os terrenos que hoje estão em pousio e que precisam de ser utilizados”.
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