Por: Diário Digital Castelo Branco
A Feira mensal de Colecionismo, Antiguidades e Velharias de Castelo Branco retomou a sua atividade no passado mês de Junho após quatro meses de paragem forçada pelo aparecimento da pandemia Covid-19.
Segundo a informação enviada ao Diário Digital Castelo Branco, a sua realização só tem sido possível com o apoio logístico da Câmara Municipal de Castelo Branco que tem disponibilizado o piso subterrâneo do Mercado Municipal da cidade, uma estrutura que apesar da sua centralidade não consegue reunir a simpatia tanto dos feirantes como dos próprios visitantes da Feira.
O espaço é mais reduzido, os feirantes têm de fazer um grande esforço mental para poderem arrumar, devidamente, as suas bancas e, parecendo que não, apesar de todas as regras impostas pela DGS, existe uma maior concentração de clientes por banca, facto que numa altura em que todos os cuidados são poucos se torna desnecessário.
As condições do próprio edifício também não ajudam ao conforto dos feirantes e dos visitantes/clientes. Além do uso obrigatório de uma máscara de proteção, a cobertura do mesmo, por ser transparente torna o local mais abafado, o que é ampliado pelo calor que se tem sentido nos últimos meses.
A organização do evento tem recebido muitos contactos tanto da parte dos feirantes, como dos visitantes, no sentido de se poder voltar a realizar a feira no seu local habitual, Avenida Nuno Álvares, e porque também é a pretensão dos feirantes com a maior brevidade possível, apelam ao bom-senso de todos para que esta realidade volte a ser possível. Os espaços de circulação na Avenida são maiores, os feirantes têm mais espaço para montar as suas bancas e os clientes podem circular com maior distanciamento social, desde que cumpram as regras que lhes são impostas, as quais faremos um esforço enorme para que sejam cumpridas.
A organização da Feira diz saber que já existem inúmeras feiras congéneres a serem realizadas no país (algumas sem plano de contingência) e estando à porta a realização de duas grandes feiras como são a Feira do Livro de Lisboa e do Porto em espaços abertos, solicita, às instituições superiores, a realização das suas pretensões, em total segurança e sem prejudicar a saúde pública.
A Feira tem dezoito anos de experiência acumulada na realização destas feiras (muitos anos sob a alçada da Juventude Albicastrense) e, por sua convicção, porque conhecem muitos dos feirantes e dos visitantes da Feira, garantem que os mesmos, cientes do período difícil em que se vive não constituirão nenhum fator de risco que coloque em causa a saúde pública.
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