Por: Diário Digital Castelo Branco
Os Vereadores eleitos pelo Partido Social Democrata (PSD), Carlos Almeida e Hugo Lopes, votaram contra os documentos de Gestão Previsional da Câmara Municipal e dos Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento (SMAS) para o Ano 2021, apresentados, esta 4ª-feira, dia 2 Novembro, em Reunião Extraordinária de Executivo Camarário.
Segundo informação a que o Diário Digital teve acesso, os Vereadores do PSD fundamentam o voto contra a Gestão Previsional da Câmara Municipal devido ao facto dos documentos refletirem algumas opções erradas, segundo as perfectiva dos autarcas sociais-democratas, que sintetizam afirmando que a “Opção da governação, continuada e reiterada, no material e na construção. No nosso entendimento deveria refletir uma opção pelas pessoas que se traduzia na redução do IMI nas freguesias rurais, incentivos financeiros à natalidade (Castelo Branco apresenta um índice da natalidade abaixo da média nacional), e na devolução de 5% do IRS, a título excecional em 2021, referindo que Castelo Branco apresenta um índice do poder de compra abaixo da média nacional.
A inexistência de instrumentos para apoiar o tecido empresarial existente e atrair novos investimentos também foi uma das razões do voto contra, porque, no entender dos Vereadores, reflete, a inércia no que concerne a uma atitude proactiva para criar emprego qualificado em Castelo Branco e que “desta forma os nossos jovens são obrigados a fixar-se em outros territórios mais atrativos e com empregos mais bem remunerados” declararam na Reunião Extraordinária de Executivo.
A inexistência de um Regulamento para a criação de um Fundo de Apoio aos Comerciantes afetados pela demora excessiva das obras de requalificação e por o ano de 2021 se afigurar muito difícil no plano económico e financeiro, os vereadores defendem a Câmara poderia de forma antecipada minimizar os problemas das famílias com um Plano Excecional para Apoiar o Tecido Empresarial, Comércio Local e Famílias.
Já o voto contra os documentos de Gestão Previsional para os Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento (SMAS) fundamenta-se no facto dos documentos refletirem algumas opções erradas, nomeadamente, porque os SMAS apresentam uma situação financeira boa, o que “nos apraz registar” afirmam os Vereadores do PSD.
Todavia, Carlos Almeida e Hugo Lopes, afirmam que a situação financeira dos SMAS permitiria ao decisor político, caso fosse essa a sua opção, fazer reduzir o impacto financeiro da fatura da água apresentada aos consumidores. Votaram contra porque tal não se verifica, o que penaliza todos aqueles que vivem no concelho.
Ao prevenirem que o ano de 2021 se afigura muito difícil no plano económico e financeiro, os Vereadores entendem que os SMAS poderiam de forma antecipada minimizar os problemas das famílias com um Plano Excecional no preço da água e serviços associados.
Desta forma, pugnam pela redução das taxas aplicadas na fatura da água por forma a reduzir o seu impacto nos agregados familiares.
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