Por: Diário Digital Castelo Branco
"O Partido Socialista vai continuar mais 365 dias distraído e a viver alheado da realidade do concelho?", pergunta a Comissão Concelhia do Partido Social Democrata (PSD) do Fundão.
"Não só é cada vez mais claro que o Partido Socialista é gerido à distância, a partir de Lisboa, ao sabor da candidata à Câmara, Vereadora da autarquia do Fundão e Deputada na Assembleia da República, como não é de espantar que esse distanciamento retire a perceção daquilo que tem acontecido no concelho. Aliás, e bem a respeito de promessas, não deixa de ser caricato ver o Partido Socialista do Fundão nesse papel. Citando o que foi publicamente dito numa sessão de câmara, a Vereadora Joana Bento referiu que olha para cada pórtico que está na A23 “como um muro que nós temos que saltar, e temos que o saltar duas vezes porque é um exercício muito complicado”, acrescentando que enquanto não houver a coragem política, ainda que seja de saudar as reduções, o Executivo não se pode conformar, porque só há uma solução, que passa naturalmente pela abolição total das portagens.” E o que fez a bancada do Partido Socialista na Assembleia da República, onde se inclui a mesma pessoa que prometia toda a coragem política? Apesar dos descontos de 50% terem sido aprovados, votou contra.
Quanto à perceção absolutamente deslocada que o PS evidencia vimos referir o seguinte:
O Partido Socialista nem se deu conta que na última década (ou seja nos últimos 365 dias vezes 10) foram investidos 6 milhões de euros na requalificação do Parque Industrial do Fundão, com e na criação dos Parques Industriais Gardunha Sul e Silvares que nem existiam; No Parque do Fundão destacam-se cerca de 800 mil euros nos últimos anos na instalação e modernização de redes de infraestruturas, pavimentação de vias e requalificação de passeios.
No que toca à reabilitação urbana para não falarmos do processo que está a levar à criação de Áreas de Reabilitação Urbana em todas as freguesias do concelho, para além de já estar concluída grande parte da zona antiga do Fundão na qual foi indispensável o programa de incentivos à atração de investimento privado e também o enorme esforço de reabilitação levado a cabo também por privados, com a requalificação de todos os passeios na zona nova do Fundão, com o lançamento da obra do Cine-Teatro Gardunha no final do último ano, e com a conclusão do antigo colégio de Santo António, estará concretizada a requalificação e beneficiação de todos os edifícios públicos da cidade; não querer ver isto revela um absoluto desnorte e pura demagogia.
Quanto à necessidade do Fundão ter uma Central de Camionagem condigna e com melhores condições de segurança, continua a ser um objetivo claro da autarquia, inscrito, de resto no Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS), cujo atraso no arranque, que ainda não está excluído, se ficou a dever à possibilidade de concentração de toda a operação de transporte coletivo rodoviário no edifício da Auto-Transportes.
Contudo não deixa de ser notório que esta preocupação do Partido Socialista nunca existiu quando nos seus mandatos a central de camionagem funcionava num terreno de terra batida na rua Conde Idanha-a-Nova. ”Nós não esquecemos”.
Se há altura, mais do que nunca, em que os políticos têm que estar centrados nos interesses das suas populações é nesta, no pico de uma pandemia. O mais fácil é seguir o caminho do populismo", conclui o comunicado de imprensa enviado ao Diário Digital Castelo Branco.
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