Por: Diário Digital Castelo Branco
Na sequência da notícia do Diário Digital de Castelo Branco (DDCB), publicada no passado dia 16 Agosto, a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, depois de nem Joaquim Morão, nem Francisco Baptista, terem exercido o direito ao contraditório que a lei lhes confere, a autarquia consultou as contas de gerência dos anos em causa, e declara, em nota de imprensa, que ao contrário do que é referido na notícia do DDCB, não existia qualquer dívida na Câmara no ano de 1997.
A autarquia não pediu nenhuma auditoria externa a esse período de tempo, mas o Gabinete de Apoio ao Presidente da Câmara anuncia que havia apenas um montante no valor de 485 mil contos, o equivalente a 2,4 milhões de euros, financiado por entidades bancárias a 12 anos a baixo juro, em vez dos 8 milhões que o DDCB anunciou https://www.
É desta forma que os munícipes ficaram então a saber que Joaquim Morão lhes omitiu, durante quase três décadas, que lhes deixou um saldo contabilístico negativol negociado em forma de crédito com bancos que a Câmara não especifica quais são.
De recordar que, em 1979, Joaquim Morão, funcionário da Caixa Geral de Depósitos, era o segundo vereador do executivo camarário do então presidente de Câmara, o médico Pedro Camacho Vieira, que viria a ser vítima de um acidente de viação perto de de Ponte de Sôr em 1981, quando assumiu os destinos da autarquia na sequência do falecimento do edil. Atualmente Morão é Presidente do Conselho de Administração da Caixa de Crédito Agrícola da Beira Baixa Sul.
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