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Economia 16 de outubro de 2021

Dielmar/Escola João Roiz: Comunistas albicastrenses alertados com potencial problema social

Por: Diário Digital Castelo Branco

A Organização Regional do Partido Comunista Português (PCP) de Castelo Branco reuniu com a Comissão Sindical da Dielmar no início desta semana. 

Uma das grandes preocupações dos trabalhadores prende-se com o pagamento dos salários referentes ao mês de outubro, apesar de estar previsto o pagamento nas propostas conhecidas de viabilização da empresa.

Segundo a informação enviada ao Diário Digital Castelo Branco, os salários dos meses de agosto e setembro foram pagos ao abrigo do Programa de Apoio Extraordinário à Retoma Progressiva (AERP) e empréstimo do Banco de Fomento. Caso o pagamento dos salários não seja assegurado, a situação dos trabalhadores agravar-se-á. 

"À incerteza quanto ao pagamento dos salários junta-se a incerteza quanto ao futuro da empresa. A Assembleia de Credores foi suspensa e retomará no próximo dia 26 de outubro, portanto o Governo tem de tomar todas as medidas que tiver ao seu alcance para assegurar a continuação da laboração da empresa e a salvaguarda de todos os postos de trabalho, lê-se na nota de imprensa. 

A continuação da laboração desta empresa é muito importante para Alcains e para a região de Castelo Branco, já fustigada pelo desemprego, pelos baixos salários e pelo despovoamento. Defender o interior é também defender a sua capacidade produtiva, portanto o Governo tem a responsabilidade de intervir para salvaguardar a capacidade produtiva da região e os postos de trabalho. A delegação do PCP reafirmou que os trabalhadores podem contar com o PCP.

A Organização Regional do Partido Comunista Português (PCP) de Castelo Branco também se solidariza com trabalhadores não docentes da Escola João Ruiz em Castelo Branco, em greve por melhores condições de trabalho e pela contratação de mais trabalhadores para as escolas.

O PCP intervém pela melhoria das condições de vida dos trabalhadores, a contratação de mais trabalhadores para o sector público, o aumento dos salários, em particular o aumento do salário mínimo para 850 euros, a revogação das normas gravosas da legislação laboral e o combate a precariedade.

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