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Região 9 de março de 2012

Castelo Branco: Morão ajuda a recuperar Casa de acolhimento de jovens

Por: Diario Digital Castelo Branco

 A Cije - Casa de Infância e Juventude de Castelo Branco inaugurou ontem uma casa de acolhimento e apoio de raparigas que frequentem formação profissional ou trabalhem, com o objetivo de prepará-las para uma vida fora da instituição, declarou o presidente da direção à Lusa.

 

A Cije - Casa de Infância e Juventude de Castelo Branco inaugurou ontem uma casa de acolhimento e apoio de raparigas que frequentem formação profissional ou trabalhem, com o objetivo de prepará-las para uma vida fora da instituição.

"Elas aqui não têm auxílio de ninguém. Têm que comparticipar as despesas e ter conhecimento de uma economia familiar para na realidade serem umas mulheres completas, quer profissionalmente, quer humanamente", referiu à Lusa o presidente da direção da Cije, Fernando Dias de Carvalho.

A casa de dois pisos, que funciona de forma autónoma junto à sede da Cije, dispõe de quatro camas divididas por três quartos, duas casas de banho, uma cozinha com lavandaria e uma sala.

O imóvel, situado na zona antiga da cidade e que estava em ruína, foi cedido por Teresinha Sanches, associada e benemérita da instituição.

A recuperação e o equipamento custaram mais de 117 mil euros, investimento comparticipado a 80% por fundos comunitários no âmbito de uma parceria para a regeneração urbana da cidade.

Esta é a segunda casa que a Câmara Municipal de Castelo Branco ajuda a recuperar para acolher jovens provenientes da Cije, lembrou o presidente, Joaquim Morão, na inauguração. O responsável mostrou-se disponível para recuperar mais imóveis com o mesmo objetivo, apesar das dificuldades que o país atravessa.

"Estamos dispostos para a criar as condições para que não tenhamos uma cidade de caridade. Nós não queremos uma cidade de caridade, mas uma cidade solidária com aqueles que mais precisam", referiu o autarca.

A Casa de Infância e Juventude é uma das instituições mais antigas da cidade de Castelo Branco, tendo sido criada em 1866 para acolher crianças órfãs. Hoje, dá abrigo a raparigas de várias idades que se encontram em situação de risco social.

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