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Economia 28 de março de 2012

Proença-a-Nova: Derovo recebe última licença para se tornar a maior unidade de produção de ovos do país

Por: Diario Digital Castelo Branco

A Derovo recebeu a última licença de que necessitava para começar a construir a maior unidade de produção de ovos do país, em Proença-a-Nova, disse hoje à agência Lusa fonte da empresa.

 

A Derovo recebeu a última licença de que necessitava para começar a construir a maior unidade de produção de ovos do país, em Proença-a-Nova, disse hoje à agência Lusa fonte da empresa.

O projeto está previsto para terrenos onde, em 2006, deflagrou um incêndio florestal, pelo que foi necessária uma autorização especial do Governo para que a empresa possa agora começar a construir naquela área.

O despacho foi assinado por três secretários de Estado no dia 07 de março e publicado em Diário da República no dia 16, cerca de um mês depois de o administrador da Derovo, Amândio Santos, ter lamentado o atraso.

Numa conferência sobre negócios, aquele responsável criticara o facto de o investimento aguardar há oito meses pela autorização relacionada com a ocupação de solo afetado por incêndios.

A empresa já tem homens e máquinas no terreno, com o Projeto Avícola Integrado de Proença-a-Nova a prever a criação de 64 postos de trabalho, tal como justificado pelo Governo no texto justificativo da última licença.

O empreendimento deverá entrar em velocidade cruzeiro em 2014, quando estiver concluído o investimento total previsto de 28 milhões de euros, comparticipado pelo Proder - Programa de Desenvolvimento Rural em cerca de 30 por cento.

No local haverá milhão e meio de galinhas para produzirem de 290 milhões de ovos por ano.

A maioria, 60 por cento, destina-se à comercialização em fresco e 40 por cento à quebra e pré-pasteurização para posterior transformação.

O projeto, previsto para as proximidades do Parque Empresarial de Proença-a-Nova, prevê a construção de dois complexos diferenciados: um constituído por oito pavilhões de onde vão sair os ovos e o outro com seis edifícios para recria de galinhas.

Haverá ainda 11 pavilhões de apoio e um industrial, onde será feita a seleção e pré-transformação de ovos.

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