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Região 8 de outubro de 2022

Covilhã: Ministra da Coesão Territorial agradece à Plataforma pela Reposição das SCUTs na A23 e A25

Por: Diário Digital Castelo Branco com Lusa

A ministra da Coesão Territorial considerou este sábado, dia 8 de Outubro, na Covilhã que "na vida e na política" não se deve abandonar os amigos em momentos de dificuldades e, questionada pelos jornalistas, afirmou-se solidária com o ministro Pedro Nuno Santos.

se eles te criticam’”, disse.

Ana Abrunhosa deixou mesmo um apelo à união, para que o Interior não corra riscos de perder recursos para o litoral por falta de força política.

“Critiquem-nos, desassosseguem-nos, mas não nos fragilizem. É este o pedido, juntem-se a nós. (…) Porque no momento em que nos fragilizam, nós estamos a perder voz no Conselho de Ministros, porque é muito mais fácil canalizar os recursos para os grandes e enormes problemas que o litoral também tem. Mas tem mais votos, e portanto temos de estar unidos nesta causa do Interior.

O Jornal Observador noticiou, na sexta-feira, que uma empresa detida pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação e pelo seu pai beneficiou de um contrato público por ajuste direto.

Entretanto, o Ministério das Infraestruturas e da Habitação esclareceu hoje que Pedro Nuno Santos não está em situação de incompatibilidade no caso Tecmacal, invocando um parecer do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República pedido pelo Governo em 2019.

A ministra da Coesão Territorial também esteve recentemente envolvida numa polémica depois de ter sido tornado público que duas empresas dirigidas pelo seu marido receberam fundos comunitários, área tutelada por Ana Abrunhosa.

Num artigo publicado, na segunda-feira, no jornal Público, a ministra escreveu que, no desempenho das suas funções, agiu sempre “com legalidade”.

“Não acompanho os negócios do meu marido, empresário de longa data, filho e neto de empresários, com quem estou, aliás, casada em regime de separação de bens (…) Para que fique absolutamente claro: nem eu, nem nenhum dos meus Secretários de Estado, alguma vez tivemos intervenção, direta ou indireta, no processo de aprovação de candidaturas, nem na atribuição de qualquer apoio financeiro”, referiu Ana Abrunhosa.

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