Por: Diário Digital Castelo Branco com Lusa
O presidente do Chega, André Ventura, anunciou este sábado, dia 10 de Dezembro, que se vai recandidatar à liderança do partido no congresso que se vai realizar em Santarém, nos dias 27, 28 e 29 de janeiro de 2023.
“Anunciei imediatamente, após a aprovação do regulamento e a retificação pelos conselheiros das decisões que eu tinha tomado enquanto presidente do partido, que me recandidataria a mais um mandato e que esse mandato deverá ir até às eleições de 2026”, afirmou aos jornalistas, André Ventura, no final do Conselho Nacional que, como o Diário Digital Castelo Branco anunciou, decorreu em Castelo Branco.
Esta reunião do partido serviu para marcar a próxima convenção, na sequência do chumbo dos estatutos pelo Tribunal Constitucional (TC), e ficou decidido que o congresso irá decorrer em Santarém, nos dias 27, 28 e 29 de janeiro de 2023.
“Foi uma grande vitória que a direção nacional teve hoje aqui neste Conselho Nacional. Os conselheiros nacionais reconheceram e aprovaram o regulamento eleitoral e funcionamento daquilo que será o V Congresso do Chega, que, devido à decisão do TC, terá que ser eletivo. Isto significa que estarão abertas novamente as candidaturas para a presidência do partido e para os diversos órgãos”, sublinhou.
A próxima eleição do líder do Chega não vai decorrer através de diretas, como tem sido até agora, mas em congresso uma vez que os estatutos que o TC considera que estão em vigor têm eleição em congresso.
André Ventura aproveitou para lançar um repto aos seus críticos internos, convidando-os a candidatarem-se à liderança do partido.
“Convidei todos aqueles que não se têm revisto na atual liderança para que, em vez de fazerem política de terra queimada na imprensa e nas redes sociais, se candidatem. Agora é o momento. Todos podem ser eleitos, todos se podem candidatar”, salientou.
O líder do Chega realçou ainda que não fazia sentido não se recandidatar.
“Tive uma legitimação no congresso da Batalha há pouco mais de um mês. Tivemos um congresso o ano passado, as eleições foram claras o resultado foi claro. Sair agora era fugir às minhas responsabilidades. Eu não fujo às minhas responsabilidades. Estou aqui para dar a cara outra vez”, concluiu.
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