Por: Diário Digital Castelo Branco
A segunda edição do Festival do Pastel de Molho da Covilhã realiza-se de 07 e 09 de julho, com um programa que une este produto gastronómico típico daquele concelho à tradição etnográfica e musical.
A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal da Covilhã, pela Confraria da Pastinaca e do Pastel de Molho e pela Associação Empresarial da Covilhã, Belmonte e Penamacor (AECBP), no distrito de Castelo Branco.
O evento, com intuito de “promover e valorizar a marca registada Pastel de Molho da Covilhã”, decorre ao longo de três dias, a partir das 18:00, no Jardim das Artes, naquela cidade, com oito espaços de venda desta iguaria, informa a Câmara Municipal da Covilhã, numa nota de imprensa enviada hoje à agência Lusa.
A edição de 2022 alcançou a marca de 4.000 pastéis vendidos ao longo de dois dias, por isso, este ano a autarquia decidiu acrescentar mais um dia ao festival, na expectativa de poder “duplicar esse número”.
De acordo com a vereadora da Cultura do município da Covilhã, Regina Gouveia, a “promoção e divulgação também serão reforçadas”.
“A primeira edição foi a celebração de uma conquista, que teve a ver com a certificação do Pastel de Molho da Covilhã, e esta segunda vai continuar a consolidar o caminho de valorização e promoção”, frisa a vereadora, citada na mesma nota da autarquia.
Além da gastronomia, o programa inclui uma componente musical e etnográfica, estando previsto, em cada um dos dias, uma atuação musical, agenda para as 21:30.
A iniciativa conta com a atuação do grupo As Vozes do CAI (dia 07), do Grupo de Danças e Cantares do Paul (dia 08) e do Grupo de Danças e Cantares da Vila do Carvalho (dia 09).
Paulo Carvalho, presidente da Confraria, presente na conferência de imprensa de apresentação do certame, destacou a “importância do evento para impulsionar ainda mais” o pastel de molho junto dos covilhanenses, dando a conhecê-lo aos visitantes.
“O nosso objetivo é levar o pastel de molho pelo país inteiro e, eventualmente, além-fronteiras”, sustentou.
Para Paulo Carvalho, o festival marca o início do processo de certificação do Pastel com a marca de Denominação de Origem Protegida (DOP).
No período que antecede o festival, a Confraria vai promover atividades em jardins de infância, de modo a “dar a conhecer” a iguaria aos mais novos.
A Confraria vai promover também ações em lares de terceira idade, para “recolher memórias e histórias” que envolvam o produto.
Já o presidente da AECBP, João Marques, apontou a “mais-valia comercial” deste tipo de iniciativas e frisou a “relevância do caminho que tem sido feito para salvaguardar a qualidade do pastel de molho para que este produto possa estar presente em mais restaurantes e espaços comerciais”.
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