Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A administração da Parque Escolar (PE), que tomou posse em março, depara-se com uma situação de tesouraria incapaz de liquidar faturas no prazo previsto, de 60 dias, nomeadamente aos empreiteiros que estão a enfrentar “sérias dificuldades”.
A administração da Parque Escolar (PE), que tomou posse em março, depara-se com uma situação de tesouraria incapaz de liquidar faturas no prazo previsto, de 60 dias, nomeadamente aos empreiteiros que estão a enfrentar “sérias dificuldades”.
Num relatório a que a agência Lusa teve acesso, a nova administração diz que “avultam as dificuldades decorrentes de limitações financeiras”.
O atraso nos pagamentos “revela-se crítico e levanta problemas acrescidos”, em termos de pagamentos a quem faz as obras e de diversas suspensões de obra decididas pelos adjudicatários, escrevem os responsáveis pela empresa no documento já enviado à tutela.
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