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Região 21 de março de 2010

Castelo Branco: Morão diz que a cidade vai continuar na senda do progresso

Por: Nuno Cerdeira

Joaquim Morão, Presidente da Câmara Municipal, diz que Castelo Branco vai continuar na senda do progresso.

Numa Assembleia Municipal extraordinária, realizada no âmbito das comemorações do 239º aniversário da cidade albicastrense, o autarca garantiu que os responsáveis autárquicos vão continuar na senda do trabalho realizado até à data e enumerou algumas das obras mais emblemáticas que a autarquia, diz, vai realizar.

Joaquim Morão, Presidente da Câmara Municipal, diz que Castelo Branco vai continuar na senda do progresso.

Numa Assembleia Municipal extraordinária, realizada no âmbito das comemorações do 239º aniversário da cidade albicastrense, o autarca garantiu que os responsáveis autárquicos vão continuar na senda do trabalho realizado até à data e enumerou algumas das obras mais emblemáticas que a autarquia, diz, vai realizar.

Assim, “a Zona Industrial, a captação de investimento privado e a criação de emprego continuarão a ser prioridades” e o Centro de Cultura Contemporânea, o Centro Coordenador de Transportes, o pavilhão multiusos e uma Incubadora de Empresas de Base tecnológica vão ser uma realidade.

O autarca lembrou, ainda, o trabalho realizado mas disse que não ia “descansar à sombra do trabalho feito”, já que considerou que o trabalho de fundo está feito mas é necessário um “toque de diferenciação, o detalhe da excelência”, que espera alcançar com os novos investimentos.

Durante a assembleia, todos os outros grupos tomaram da palavra. João Pedro Delgado, da CDU, defendeu que, revelando Castelo Branco carências ao nível do sector primário e secundário, as prioridades para o concelho passam por pela promoção dos produtos regionais e pelo aproveitamento da energia solar e da produção frutícola de regadio, elementos diferenciadores em Castelo Branco.

O deputado da CDU exigiu, ainda, uma arborização massiva da cidade, lembrando que o calor extremo do concelho mata mais pessoas por ano do que as chuvas torrenciais mataram na Madeira: “poderemos analisar os problemas urbanísticos da madeira e perceber como eles poderão ter tido influência na tragédia.Todavia, olhemos antes para nós”.

Já João Salavessa, do CDS defendeu uma maior articulação entre a cidade e o campo, mediante novas abordagens do mundo rural.

Por seu turno, Fernando Jorge, do PSD, recordou uma dezena de figuras históricas que nasceram na cidade albicastrense, desde Amato Lusitano a Lopes Dias, e deixou, neste dia, uma palavra de apreço à família das vítimas da A23: “a minha memória também me traz outras recordações e que no dia de hoje não quero deixar passar sem enviar às famílias enlutadas do Acidente da A23 a minha solidariedade e um sentido pesar, extensivo a todos os albicastrenses que perderam entes queridos neste último ano”.

Por fim, José Lagiosa, do PS, enumerou as obras feitas pela autarquia, lembrando o desenvolvimento da cidade e do concelho nos últimos 20 anos e deixando uma palavra de confiança no futuro e no executivo em funções.

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