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Economia 21 de setembro de 2012

Passos Coelho recebe hoje delegação da CGTP

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, reúne-se hoje com uma delegação da CGTP, liderada pelo secretário-geral, Arménio Carlos, um encontro pedido pela central sindical com «carácter de urgência».

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, reúne-se hoje com uma delegação da CGTP, liderada pelo secretário-geral, Arménio Carlos, um encontro pedido pela central sindical com «carácter de urgência».

Esta reunião com Pedro Passos Coelho «tem como objectivo debater a grave situação económica e social» de Portugal e a apresentação, pela CGTP-IN, dos seus pontos de vista e das «propostas concretas que não passem por mais austeridade à custa dos rendimentos dos trabalhadores».

Na quarta-feira, Arménio Carlos tinha afirmado aos jornalistas de que iria entregar nessa tarde um pedido de reunião urgente para expor a sua posição em relação à crise do país, a revisão do memorando da 'troika', as medidas de austeridade e sobre a Taxa Social Única (TSU).

Na altura, o secretário-geral lamentou não ter sido convidado para o encontro que o primeiro-ministro manteve na quarta-feira com os restantes parceiros sociais.

Na quinta-feira, por sua vez, a CGTP anunciou que iria apresentar uma proposta para «taxar o capital», rejeitando qualquer medida que baixe os salários.

«Vai ter necessariamente que tocar na fraude e evasão fiscal, vai ter que tocar nas mais-valias, neste caso concreto, e nas transacções bancárias. Vai ter que tocar na riqueza, naqueles que são os poderosos», afirmou então o responsável máximo da CGTP.

O Governo e os parceiros sociais remeteram para a próxima segunda-feira uma discussão mais aprofundada sobre medidas alternativas à redução da TSU, no final de uma reunião da Concertação Social tida na quarta-feira e presidida por Pedro Passos Coelho.

Até à referida reunião, que voltará a contar com a presença do chefe do Governo, patrões e sindicatos vão estudar medidas alternativas às mexidas na TSU propostas pelo Executivo.

A CGTP não assinou o acordo de Concertação Social firmado com o Executivo.

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