Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A defesa do ex-presidente do BCP Jardim Gonçalves mostrou-se hoje convicta de que o julgamento que hoje se inicia irá "evidenciar que tudo se passou regularmente" naquele que foi o maior banco privado português.
"Não há falsa informação ao mercado", sublinhou Magalhães e Silva, alegando que as contas do BCP sempre reproduziram "com fidelidade" o que passou no banco.
A defesa do ex-presidente do BCP Jardim Gonçalves mostrou-se hoje convicta de que o julgamento que hoje se inicia irá "evidenciar que tudo se passou regularmente" naquele que foi o maior banco privado português.
À entrada para a primeira sessão do julgamento do processo-crime relativo ao caso BCP, Magalhães e Silva, advogado de Jardim Gonçalves, disse "acreditar claramente na absolvição" do seu constituinte, insistindo que não houve por parte do fundador do BCP "qualquer irregularidade que tenha constituído crime".
"Não há falsa informação ao mercado", sublinhou Magalhães e Silva, alegando que as contas do BCP sempre reproduziram "com fidelidade" o que passou no banco.
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