Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O ex-presidente do BCP Jardim Gonçalves disse hoje que apenas em 2002 soube que não era possível identificar o dono das 'offshore' Cayman e que a partir desse momento o banco não concedeu mais crédito a estas sociedades.
O ex-presidente do BCP Jardim Gonçalves disse hoje que apenas em 2002 soube que não era possível identificar o dono das 'offshore' Cayman e que a partir desse momento o banco não concedeu mais crédito a estas sociedades.
No julgamento do processo-crime do caso BCP, que hoje arrancou em Lisboa, o fundador do banco afirmou perante o coletivo de juízes que apenas teve conhecimento de que havia sociedades ‘offshore’ sem último beneficiário (UBO no termo técnico em inglês) "em finais de 2002" ao ter sido informado desse facto pelos administradores António Rodrigues e Filipe Pinhal.
"Se soubéssemos que não existia UBO [nas ‘offshore’] não teríamos dado crédito. Quando se soube [disso], a decisão foi logo 'não há mais crédito'", afirmou Jardim Gonçalves em resposta às perguntas da juíza Anabela Morais.
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