Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Luís Mira Amaral e Carlos Tavares manifestaram-se hoje favoráveis à privatização total ou parcial da Caixa Geral de Depósitos (CGD), uma questão que dividiu o conjunto de personalidades intervenientes na abertura da conferência Portugal em Exame.
Luís Mira Amaral e Carlos Tavares manifestaram-se hoje favoráveis à privatização total ou parcial da Caixa Geral de Depósitos (CGD), uma questão que dividiu o conjunto de personalidades intervenientes na abertura da conferência Portugal em Exame.
"Vamos ser realistas e pragmáticos, se é para privatizar privatize-se 100 por cento", defendeu Mira Amaral. "Todos os contribuintes são acionistas da CGD e eu falo como acionista da CGD", acrescentou durante o evento organizado pela publicação do grupo Impresa.
O ex-presidente da CGD e atual presidente do banco BIC sustentou que o banco público não é "grande instrumento de apoio às pequenas e médias empresas (PME)”, pelo que, "se a CGD é só para financiar grandes operações e grande capital, não é preciso o banco ser público".
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