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Economia 28 de setembro de 2012

Louçã espera «manifestação gigantesca» para «vencer este governo»

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

 O líder do BE disse hoje esperar "uma manifestação gigantesca" da CGTP no sábado e defendeu que "a força que o país tem demonstrado" na contestação é "o sinal do colapso deste Governo", que é preciso "vencer".

O líder do BE disse hoje esperar "uma manifestação gigantesca" da CGTP no sábado e defendeu que "a força que o país tem demonstrado" na contestação é "o sinal do colapso deste Governo", que é preciso "vencer".

"Eu creio que será uma manifestação gigantesca porque juntará toda a indignação e toda a resposta de pessoas que têm uma particularidade única, são responsáveis, estão preocupadas e querem alternativas e por isso querem dizer a este Governo que não há nenhuma solução para Portugal sem este Governo ser vencido, sem se romper com a ´troika' para poder recuperar uma economia para as pessoas", afirmou Francisco Louçã.

O coordenador bloquista, que falava aos jornalistas no final de uma reunião na sede do partido com a CGTP, considerou que este "é um Governo manhoso, que quis tirar um mês de salário aos trabalhadores, depois de já ter tirado dois meses aos reformados e aos trabalhadores da função pública" e que "é preciso que haja muita força" por parte da população. "Só o país pode proteger um Portugal de respeito, em que haja emprego, solidariedade, economia para as pessoas, isso vai fazer a grande mudança", defendeu.Segundo o líder do BE, "hoje há em Portugal uma grande maioria que não tolera que continue esta política de perseguição, de fanatismo e destruição que Pedro Passos Coelho e Paulo Portas, por mais escondidos que eles andem, andam por aí a fazer".

Louçã acusou ainda o executivo de coligação de, "perante o Tribunal Constitucional, que lhe puxou as orelhas", querer "fazer ainda pior e continuar a atacar o salário" e aprofundar "a destruição social". Para o líder bloquista, "a força que o país tem demonstrado é o sinal do colapso do Governo, da divisão da sua política, da sua incapacidade, dos silêncios do Presidente" e "a única coisa sensata que se podia fazer em Portugal era vencer este Governo, demiti-lo".

O coordenador da Comissão Política do BE considerou depois que é preciso "apresentar alternativas contra a ´troika'" que tragam "estabilidade, confiança, emprego, democracia, investimento, produção, que não desistam e não se entreguem ao capital financeiro"

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