Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A juíza Marisa Santos Arnedo, que pediu escusa de realizar a instrução do chamado caso das secretas, invocou o facto de ser amiga da irmã do arguido Jorge Silva Carvalho para se declarar impedida de intervir no processo, disse à agência Lusa fonte judicial.
A juíza Marisa Santos Arnedo, que pediu escusa de realizar a instrução do chamado caso das secretas, invocou o facto de ser amiga da irmã do arguido Jorge Silva Carvalho para se declarar impedida de intervir no processo, disse à agência Lusa fonte judicial.
Segundo a mesma fonte, Marisa Santos Arnedo, na exposição dirigida ao Tribunal da Relação de Lisboa, competente para apreciar o seu pedido de afastamento do processo, explicou que conhece a irmã do ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), resultando este conhecimento do facto de ambas terem filhos a estudar no mesmo colégio.
Ao fundamentar o pedido de escusa, a magistrada judicial reconhece que foi o presidente da Ongoing, Nuno Vasconcellos, a requerer a fase de instrução e não Jorge Silva Carvalho, mas, como ambos são arguidos no mesmo processo, entende que não deve apreciar o caso.
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