Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O vice-presidente do grupo parlamentar do PSD Luís Menezes acusou hoje o secretário-geral do PS, António José Seguro de «precipitação populista e demagógica» ao ter anunciado que quando governar o 5 de Outubro será feriado de novo.
O vice-presidente do grupo parlamentar do PSD Luís Menezes acusou hoje o secretário-geral do PS, António José Seguro de «precipitação populista e demagógica» ao ter anunciado que quando governar o 5 de Outubro será feriado de novo.
«Aquilo que estamos habituados a ver também é que relativamente a tudo aquilo que sejam alterações ou qualquer tipo de mudança que seja menos popular e que implique alguma dificuldade política na sua implementação, o PS já habituou os portugueses a rapidamente precipitar-se para estar contra tudo aquilo que sejam mudanças que possam ser feitas, quer no mapa autárquico, quer no mapa judiciário», disse hoje Luís Menezes aos jornalistas em conferência de imprensa no Porto.
Na opinião do vice-presidente da bancada parlamentar do PSD, não foi com novidade que os sociais-democratas viram «esta precipitação populista e demagógica do secretário-geral do PS de querer dizer que vai devolver uma coisa que ainda nem sequer foi retirada».
Na sexta-feira, em Alenquer, o líder do PS, António José Seguro, disse que, se for primeiro-ministro, vai fazer com que o dia 5 de Outubro volte a ser um feriado nacional.
«Vemos isto como mais uma característica deste PS. Uma aversão total à mudança e um populismo e uma demagogia impróprias de um partido que deve ser alternativa», sublinhou Luís Menezes.
Questionado sobre as declarações de Mário Soares - o ex-presidente da República afirmou na sexta-feira, também em Alenquer, que «quem tem medo do povo não tem o direito de cumprir as missões importantes que lhes foram conferidas» - o deputado do PSD afirmou que «o Governo não tem medo do povo», considerando as declarações de Mário Soares «extremamente infelizes».
«Vivemos momentos muito complicados em que por vezes pode não ser muito fácil querer dar a cara ou querer explicar as reformas difíceis que estão a ser implementadas mas o Dr. Mário Soares em 1983 e 1984 quando teve cá o FMI disse várias coisas e formulou várias frases e proferiu vários discursos que se formos buscar aos seus registos, entram em total contradição com aquilo que ele disse agora», acrescentou, não querendo tecer mais qualquer comentário «pelo respeito» que tem por Mário Soares.
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