Por: Diario Digital Castelo Branco
António José Seguro disse este sábado que se era para o primeiro-ministro ter «entrado mudo e saído calado» do Conselho Europeu, então «mais valia ter mandado um director-geral». «Esta semana demonstrou a impreparação e o desconforto do primeiro-ministro em defender os interesses dos portugueses», disse o líder do PS na convenção autárquica do país que teve lugar em Felgueiras, anuncia o semanário Sol.
António José Seguro disse este sábado que se era para o primeiro-ministro ter «entrado mudo e saído calado» do Conselho Europeu, então «mais valia ter mandado um director-geral». «Esta semana demonstrou a impreparação e o desconforto do primeiro-ministro em defender os interesses dos portugueses», disse o líder do PS na convenção autárquica do país que teve lugar em Felgueiras, anuncia o semanário Sol.
Seguro disse que enquanto os primeiros-ministros grego e espanhol foram à Europa defender e lutar pelos seus interesses, Passos Coelho «não teve uma única palavra no sentido» da defesa dos interesses de Portugal.
Por seu lado, Seguro sublinhou ter estado com François Hollande e com o líder da oposição na Alemanha para se sensibilizarem com o esforço dos portugueses e com a intenção de honrar o compromisso de pagar a sua dívida. «Mas que precisam de mais tempo para consolidar as contas públicas. Porque se a “dose é de cavalo, estamos a matar a economia, a sufocar as pessoas, a atirá-las e às empresas para a miséria».
O líder socialista atacou também os episódios em torno da estabilidade da coligação e acusou Passos e Portas de fazerem «uma triste figura».
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