Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Auditoria à Lusófona: «Expresso» avança que ministro teve equivalência a cadeiras que não existiam, Relvas diz-se de «consciência tranquila»
Auditoria à Lusófona: «Expresso» avança que ministro teve equivalência a cadeiras que não existiam.
Miguel Relvas diz-se de «consciência tranquila» quanto à legalidade da sua licenciatura na Universidade Lusófona, depois de, segundo o Expresso deste sábado, uma auditoria da Inspeção-Geral da Educação e Ciência ter apurado que o ministro adjunto teve equivalência a cadeiras que não existiam.
«Apresentei a minha candidatura, fi-lo de acordo com a lei, cumpri. Não li o relatório da inspeção, mas no plano legal fiz tudo o que devia. Não tenho receio de nada, quero que tudo seja apurado, estou de consciência tranquila», reiterou o ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, à margem das Jornadas Parlamentares conjuntas de PSD e CDS.
A auditoria começou em julho e teve por objeto os processos de 120 alunos que desde 2006 obtiveram a licenciatura com parte dos créditos atribuídos por reconhecimento da experiência profissional.
Na quinta-feira, o ministro da Educação, Nuno Crato, deu 60 dias à Lusófona para reavaliar todas as licenciaturas concedidas ao abrigo deste regime.
Em causa está a possível anulação de licenciaturas, incluindo a de Miguel Relvas.
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