Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O investigador português Miguel Ferreira vai ter nos próximos cinco anos um milhão e 200 mil euros para estudar como as relações entre os bancos e as empresas moldam a economia, as crises ou o sucesso do mundo empresarial.
O investigador português Miguel Ferreira vai ter nos próximos cinco anos um milhão e 200 mil euros para estudar como as relações entre os bancos e as empresas moldam a economia, as crises ou o sucesso do mundo empresarial.
O catedrático da Nova School of Business recebeu a bolsa do European Research Council na área de Economia e Gestão e disse, à agência Lusa, que nos próximos cinco anos a sua investigação se centrará em "todo o tipo de relações entre bancos e empresas" e como essas relações influenciam o acesso ao crédito e as suas condições e a facilidade que as empresas têm em escapar às crises.
Taxas de juro e 'spreads' [margem de lucro de um banco] mais baixos são algumas das condições mais favoráveis que uma relação próxima de uma empresa com um banco (conseguida, por exemplo, através da fidelização da empresa como cliente ou tendo o banco como um dos acionistas ou administradores) pode granjear.
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